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9 de abr. de 2011

Os conflitos são inevitáveis, porém gerenciáveis

 

Existe um ditado popular que afirma: "Cada cabeça é um mundo!". Se levarmos isso para o dia a dia, veremos que é uma realidade. Basta apenas observarmos as divergências de opiniões que surgem entre pais, filhos e avôs. Mesmo que a afetividade prevaleça na família, sempre surgirá um momento em que eclodirão visões diferenciadas sobre determinados fatos que envolvam o núcleo familiar. Não se avalia aqui quem está certo ou errado, mas sim o foco está direcionado para as bagagens vivenciais que cada um traz consigo e, por isso, tornam-se únicas.

No campo corporativo, também se evidencia o convívio de profissionais que apresentam características próprias e que se formaram a partir das décadas em que nasceram. São os talentos que formam as gerações: baby-boomer, X e Y. "Na prática, os conflitos são inevitáveis, porém gerenciáveis", afirma Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das competências de liderança e preparação de equipes.

Em entrevista concedida ao RH.com.br, Shinyashiki apresenta as características dessas três gerações e como cada uma agrega valor às empresas. "Como os profissionais da geração X ficaram expostos às mudanças do mercado de trabalho por mais tempo, precisaram que se esforçar mais para atualizar competências e acompanhar as inovações corporativas", assinala. Essa entrevista é uma oportunidade, para que você faça autoavaliação e reflita se tem uma boa convivência com seus pares, principalmente, com aqueles que não fazem parte da sua geração.

Eduardo Shinyashiki apresentará a palestra em vídeo "A influência das lideranças na motivação das equipes" do 5º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos), evento 100% realizado pela internet e promovido pelo RH.com.br, no período de 12 a 27 de maio de 2011. Boa leitura!

Para ler a entrevista, clique aqui.

Fonte: Site RH.com.br

6 de abr. de 2011

Treinamento via Games

Dois novos jogos para capacitação de colaboradores são testados por executivos em workshop

Os jogos caíram no gosto das empresas como forma de treinar seus funcionários. Apesar do custo ainda elevado desse tipo de treinamento, a tendência é que eles representem a maioria dos projetos de educação até 2012.

Foi pensando nisso que a BR Academy, empresa de treinamento especializada na aplicação de business games, promoveu o 1° Workshop Internacional de Business Simulation, em São Paulo, no dia 31 de março, que contou com a presença de Jan Schilt, co-fundador e Presidente da GamingWorks, empresa do mercado de Business Games e Business Simulation. O objetivo era apresentar os novos jogos e simulações de negócios voltadas para o treinamento de executivos das mais diversas áreas de atuação, em especial os games Apollo 13 e Challenge of Egypt.

No primeiro jogo (Apollo 13) os participantes tinham o desafio de trazer de Executivos testam o game Challenge of Egypt (Simone Silvério)volta à Terra, e com segurança, os tripulantes de uma nave espacial. A tela mostrava a espaçonave e suas contingências. A tarefa proposta era trabalhar em equipe, em tempo hábil, e cumprir o objetivo final, exercitando habilidades de melhoria contínua, monitoramento e controle.

Na simulação de negócios do Challenge of Egypt, a equipe foi levada aos tempos do antigo Egito para criar uma organização responsável pelo projeto de construção da famosa pirâmide de Quéops. No processo, vários desafios: enchentes do Nilo, guerras, as mudanças nos desejos do Faraó. A meta foi concluir o projeto dentro do tempo, escopo, orçamento e qualidade.

Sandro Cassajuz, responsável pela Área de Tecnologia da Fundação Bradesco e aluno do workshop, destacou a praticidade e imediatismo das dinâmicas, bem como o estímulo ao aprendizado que elas oferecem: “O brasileiro é competitivo por natureza por isso os games funcionam”, disse.

Outra participante,Mônica Isushima, coordenadora de Sistemas de TI da Infraero, considerou que os jogos são extremamente inovadores, já que as simulações conseguem abordar importantes conceitos da gestão sem o apego à teoria.

O diretor-presidente da BR Academy, Antonio Dirceu de Miranda, ressaltou que os jogos rompem o estigma maçante dos treinamentos convencionais e trazem o conceito de diversão para o aprendizado corporativo. “Os conhecimentos adquiridos nessas experiências podem ser imediatamente relacionados com o dia-a-dia de trabalho e os resultados são rápidos”, afirmou Miranda.

Fonte: Você RH

Já tive a experiência de “treinar brincando” e gostei muito. Até hoje me lembro dos conceitos trabalhados. Numa realidade cada vez mais interativa, com o advento da internet, novas tecnologias e opções de entretenimento, está aí uma forma de fazer com que a capacitação dos empregados fique mais atraente".