6 de jul. de 2008
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5 de jul. de 2008
Quem sou eu?

Geração Orkut corre risco de crise de identidade, diz psiquiatra
A geração de usuários da internet nascida depois de 1990 - década da popularização da rede - pode estar crescendo com uma visão perigosa a respeito do mundo e da sua própria identidade, sugere um psicanalista inglês.Segundo Himanshu Tyagi, a principal causa deste problema seria o fato de que os nascidos nesta época já cresceram em um mundo dominado pela navegação na internet e pelos sites de relacionamento como o Facebook, Orkut e MySpace.
"É um mundo onde tudo se move depressa e muda o tempo todo, onde as relações são rapidamente descartadas pelo clique do mouse, onde se pode deletar o perfil que você não gosta e trocá-lo por uma identidade mais aceitável no piscar dos olhos", disse Tyagi durante o encontro anual do Royal College of Psychiatrists, uma das principais agremiações de psiquiatras do Reino Unido e da Irlanda.
O psiquiatra destaca ainda que as pessoas que se acostumam com o ritmo rápido dos sites de relacionamento podem achar a vida real "chata e pouco estimulante", o que poderia causar problemas de comportamento.
"É possível que os jovens que não conhecem o mundo sem as sociedades virtuais dêem menos valor às suas identidades reais e, por isso, podem estar em risco na sua vida real, talvez mais vulneráveis ao comportamento impulsivo ou até mesmo o suicídio", disse.
Pesquisa
Tyagi começou seu interesse por identidades virtuais quando fundou um site que funciona como uma rede de contatos profissionais e se deu conta da distância enorme que há entre psiquiatras em atividade e pacientes mais jovens em assuntos relacionados à internet.
Ele constatou, após uma pesquisa com psiquiatras durante um congresso nos Estados Unidos, que a maioria dos profissionais não sabia da magnitude do impacto do mundo virtual na geração jovem.
Segundo o professor, além dos sites de relacionamento, as salas de bate papo virtuais também podem influenciar problemas de comportamento como a timidez.
Ele destaca que o anonimato e a falta de experiência sensorial das conversas nestes ambientes virtuais poderia mudar a percepção de interatividade e criar uma visão alterada sobre a natureza dos relacionamentos.
"A nova geração, que cresceu em paralelo ao avanço da internet, está atribuindo um valor completamente diferente para as relações e amizades, algo que estamos fracassando em observar", afirmou Tyagi.
Benefícios
O psiquiatra afirma que são necessárias mais pesquisas sobre o impacto da internet na geração jovem e ressaltou alguns benefícios dos sites de relacionamento.
Segundo ele, essas redes oferecem um status social mais equilibrado, onde raça e gênero são menos importantes e onde as hierarquias da vida real são dispersas.
Ele destacou ainda que a quebra das barreiras geográficas permite acesso a relacionamentos e a apoio de amigos virtuais.
Experiência
As afirmações de Tyagi, entretanto, forem contestadas por especialistas da área.
Graham Jones, psiquiatra especializado no estudo do impacto da internet, reconhece que existe o risco de que uma freqüência exagerada de sites de relacionamento possa levar a problemas de comportamento. Mas ele acha que esses riscos foram exagerados por Tyagi.
"Para cada geração, a experiência com relação ao mundo é diferente. Quando a imprensa escrita surgiu, tenho certeza que muitos a consideraram como uma coisa ruim", disse Jones.
"Pela minha experiência, pessoas que tendem a ser mais ativas nos sites como o Facebook ou Bebo são aquelas que já são mais socialmente ativas de qualquer forma - é apenas uma extensão do que eles já fazem", concluiu o psiquiatra.
Fonte: BBC Brasil via O Globo Online
4 de jul. de 2008
Sem palavras... emoção!
Vídeo da menina Andressa que está repercutindo na internet (principalmente Youtube e Orkut). Mais de 600 mil pessoas já clicaram neste vídeo. Sua experiência nos mostra a simplicidade do Cristianismo e como nossa prática pode avançar além das quatro paredes de nossos templos. Vale realmente a pena assistir! (Colaboração: Diego Barbosa)
Sexta básica (1)
- Senhor, faça com que esta onça tenha princípios cristãos!!
Então, a onça parou abruptamente, também ergueu as mãos para o céu e disse:
- Senhor, abençoai esse alimento que vamos comer...
3 de jul. de 2008
Cuma? (2)
onemania
o.ne.ma.ni.a
sf (gr oné+mania) Desejo incontrolável e impulsivo de fazer compras. Var: oniomania e onomania.
2 de jul. de 2008
Missa contextualizada
Sacerdote do Rio Grande do Sul se adaptou a lei para seguir a rezar missa
A tradição de tomar vinho durante as celebrações é milenar. Mas agora, com a lei de tolerância zero ao álcool, muitos padres precisaram se adaptar para continuar rezando missas pelo interior do país. Padre Silvério dirige cerca de quatorze quilômetros num dia de trabalho. Aos domingos, reza até cinco missas em cidades diferentes do Rio Grande do Sul. E para cumprir o roteiro, o sacerdote parou de beber. "Eu coloco a hóstia só um pouquinho no sangue de Cristo e tomo isto, porque eu sou motorista", explicou o padre Silvério Schneiders.
A tarefa de tomar o vinho consagrado ficou por conta da ministra da eucaristia, que não precisa dirigir depois da missa. "A gente respeita a lei. É brasileiro como todo mundo", disse a ministra da eucaristia Noemia Agostini. Padre Silvério, contudo, não se queixa da aplicação da lei e de ter de adaptar o ritual para cumpri-la. "Uma iniciativa que eu tomei e penso que está liturgicamente correta e que ao mesmo tempo ajuda a resolver uma questão com a qual eu estou plenamente a favor", declarou o padre Silvério Schneiders.
Não há uma orientação oficial da igreja aos padres. Mas uma coisa é certa: com ou sem a lei seca, o vinho permanece no altar. "Não podemos mudar o que Jesus Cristo instituiu, a celebração com as espécies, com o pão e com o vinho", disse o padre Antônio Hoffmeister.
Fonte: G1





