O TwitAround é uma ferramenta para o Twitter. Você aponta seu iPhone para um local e o programa mostra os tweets de usuários da redondeza.
Fonte: Youtube
10 de jul. de 2009
Onde isso vai parar?
9 de jul. de 2009
Um projeto de cristandade gospel - crônica de uma morte anunciada
Jesus não disse que as pessoas que o seguem devem abandonar a cultura na qual vivem. Ele não disse que elas devem se isolar em ilhas cristãs. Ele não disse que Seus discípulos devem renegar a sociedade na qual vivem e seus costumes. “Não peço que os tire do mundo...”. Ele disse que seus seguidores devem dar um novo sabor a esta sociedade resgatando o que há de humano na humanidade.
A turma lá do início entendeu bem isto. Mesmo em meio as ferozes perseguições, primeiro dos judeus depois dos romanos, o pessoal se organizou e enfrentou a situação. Houve mobilização, estratégia e percepção histórica incrivelmente lúcida. É verdade também que, com o passar do tempo, algumas alianças que esta igreja fez roubou seus melhores momentos – como no caso da boa parte que embarcou alegremente no trem do Constantino.
Enquanto houve inserção cultural (qualquer cultura) desprovida de preconceitos aliada a uma dissidência caracterizada por repúdio ao poder e ao status quo (religioso ou político) aí encontramos uma comunidade (ou indivíduos) alegre, relevante, sadia e impactante.
Assim foi no caso de Jesus que se recusou a ceder aos apelos belicistas e ufanistas de seus discípulos e preferiu pagar o preço de percorrer um caminho de fraqueza que possibilita um outro tipo de poder. Jesus foi um fracasso do ponto de vista humano. Além disso, sua inserção cultural era tão intensa que quando ele quis se esconder daqueles que o perseguiam, bastou se misturar à multidão. Ele era tão igual que Judas precisou beijá-lo para identificá-lo para os guardas que foram prendê-lo. É isso: Jesus era um igual. Manjava da moda. Conhecia a agenda dos seus dias. Sabia sobre os eventos. Estava por dentro das notícias.
A turma lá do início entendeu bem isto. Mesmo em meio as ferozes perseguições, primeiro dos judeus depois dos romanos, o pessoal se organizou e enfrentou a situação. Houve mobilização, estratégia e percepção histórica incrivelmente lúcida. É verdade também que, com o passar do tempo, algumas alianças que esta igreja fez roubou seus melhores momentos – como no caso da boa parte que embarcou alegremente no trem do Constantino.
Enquanto houve inserção cultural (qualquer cultura) desprovida de preconceitos aliada a uma dissidência caracterizada por repúdio ao poder e ao status quo (religioso ou político) aí encontramos uma comunidade (ou indivíduos) alegre, relevante, sadia e impactante.
Assim foi no caso de Jesus que se recusou a ceder aos apelos belicistas e ufanistas de seus discípulos e preferiu pagar o preço de percorrer um caminho de fraqueza que possibilita um outro tipo de poder. Jesus foi um fracasso do ponto de vista humano. Além disso, sua inserção cultural era tão intensa que quando ele quis se esconder daqueles que o perseguiam, bastou se misturar à multidão. Ele era tão igual que Judas precisou beijá-lo para identificá-lo para os guardas que foram prendê-lo. É isso: Jesus era um igual. Manjava da moda. Conhecia a agenda dos seus dias. Sabia sobre os eventos. Estava por dentro das notícias.
Fonte: Site da Faculdade Unida de Vitória
Bomba: Empresário João Doria Júnior é o novo apresentador do Reality ‘O Aprendiz’
Na última semana, ele comentou com alguns amigos próximos sobre o convite da emissora. Um deles foi Ronnie Von, apresentador do Todo Seu, da Gazeta. Disse que temia assumir um programa fortemente associado a outra pessoa. No entanto, a maioria dos consultados o aconselhou a aceitar a proposta.
Durante este último final de semana, João Doria Júnior se reuniu com Walter Zagari, vice-presidente comercial da Record para iniciar as negociações de seu contrato. A FremantleMedia, dona do formato O Aprendiz, precisa concordar com a escolha da emissora, mas até agora não colocou nenhum obstáculo em relação ao nome do empresário.
Presidente do grupo de comunicação e marketing Doria Associados, João Doria Júnior é conhecido por apresentar o Show Business, talk show produzido desde 1992 e exibido atualmente na Band, aos sábados, às 20h15.
Além de apresentador de TV, ele administra o Market Plaza, shopping sazonal que funciona no inverno em Campos do Jordão (SP); organiza encontros que reúnem palestrantes de renome, políticos e grandes empresários; e comanda a Casa Cor, maior evento de arquitetura, decoração, design e paisagismo da América Latina.
João Doria Júnior estréia no comando de O Aprendiz em 2010. A sétima edição está prevista para estrear em maio.
As inscrições de Aprendiz 7 – Universitário, que foram suspendidas, terão que “ser renovadas”, de acordo com comunicado oficial da Record publicado com exclusivdade pelo Poltrona na última quinta-feira (2/6).
Isso acontecerá por dois motivos. Primeiro, porque os inscritos desejavam trabalhar com Roberto Justus, algo impossível agora. O segundo, e mais importante, diz respeito sobre o futuro do reality show. A Record estuda voltar ao formato original de O Aprendiz, que vigorou nas três primeiras temporadas.
Além de João Doria Junior, foram analisados para apresentar O Aprendiz os empresários Nizan Guanaes (ABC), Washington Olivetto (W/Brasil), Luiz Galebe (Shop Tour), Eike Batista (EBX/MMX), Alexandre Accioly e Ana Maria Diniz (Grupo Pão de Açúcar).
Durante este último final de semana, João Doria Júnior se reuniu com Walter Zagari, vice-presidente comercial da Record para iniciar as negociações de seu contrato. A FremantleMedia, dona do formato O Aprendiz, precisa concordar com a escolha da emissora, mas até agora não colocou nenhum obstáculo em relação ao nome do empresário.
Presidente do grupo de comunicação e marketing Doria Associados, João Doria Júnior é conhecido por apresentar o Show Business, talk show produzido desde 1992 e exibido atualmente na Band, aos sábados, às 20h15.Além de apresentador de TV, ele administra o Market Plaza, shopping sazonal que funciona no inverno em Campos do Jordão (SP); organiza encontros que reúnem palestrantes de renome, políticos e grandes empresários; e comanda a Casa Cor, maior evento de arquitetura, decoração, design e paisagismo da América Latina.
João Doria Júnior estréia no comando de O Aprendiz em 2010. A sétima edição está prevista para estrear em maio.
As inscrições de Aprendiz 7 – Universitário, que foram suspendidas, terão que “ser renovadas”, de acordo com comunicado oficial da Record publicado com exclusivdade pelo Poltrona na última quinta-feira (2/6).
Isso acontecerá por dois motivos. Primeiro, porque os inscritos desejavam trabalhar com Roberto Justus, algo impossível agora. O segundo, e mais importante, diz respeito sobre o futuro do reality show. A Record estuda voltar ao formato original de O Aprendiz, que vigorou nas três primeiras temporadas.
Além de João Doria Junior, foram analisados para apresentar O Aprendiz os empresários Nizan Guanaes (ABC), Washington Olivetto (W/Brasil), Luiz Galebe (Shop Tour), Eike Batista (EBX/MMX), Alexandre Accioly e Ana Maria Diniz (Grupo Pão de Açúcar).
Fonte: Blog Todo Canal
Abobrinha de quinta (6)
Estreia hoje a série "Decadência" no Abobrinha de quinta. São charges de heróis e vilões na "melhor idade", concebidas por Donald Soffritti. Aí está o primeiro:
Fonte: Telegraph
7 de jul. de 2009
Uma possível teologia brasileira?
O estudo da história da igreja cristã, especialmente no Brasil, têm provocado alguns estudiosos a observar e escrever sobre os problemas do protestantismo em nosso país, as perspectivas do movimento e discutido a necessidade de uma teologia tupiniquim. O professor Luiz Sayão, nos convida a fazer essa análise:
É preciso pensar o protestantismo pau-brasil! Protestantismo do país pentacampeão, pentasecular, pós-pentecostal, perigosamente problemático, praticamente pós-moderno! Para pensar, em prolegômenos, o protestantismo principiante do principal país português, precisamos proferir palavras propriamente planejadas, previamente preparadas, pesquisando os períodos do protestantismo pau-brasil: partindo-se do pioneiro e principiante, e prosseguindo até o presente e pós-moderno. Possivelmente poderemos prosseguir pincelando o painel polimorfo protestante! Podemos prosseguir? Perfeitamente!
Após as duas tentativas frustradas de implantação do Protestantismo no Brasil (no Rio de Janeiro, pelos calvinistas franceses em 1555 e no Nordeste brasileiro, pelos holandeses em 1630), podemos considerar o início efetivo do movimento a partir do século XIX, embora ainda restrito, devido à vinda da família real, fugida de Lisboa, atacada pelas tropas napoleônicas. Na ocasião, a Inglaterra, que escoltou os navios portugueses na viagem da família real, ganhou uma permissão restrita para promover cultos nos navios ancorados em portos brasileiros. Essa implantação ocorreu de duas formas, com o protestantismo de imigração (também chamado de protestantismo de colônia ou étnico e temos como exemplo os luteranos) e o protestantismo de missão (aonde o missionário vindo do exterior realizava a obra missionária, objetivando converter os brasileiros, como exemplos temos os batistas, presbiterianos e congregacionais).
Outro marco do protestantismo no Brasil é a inserção do pentecostalismo que, didaticamente, foi classificado em três ondas: a primeira onda é chamada de pentecostalismo clássico, surgida em 1910 e representados pela Assembléia de Deus e Congregação Cristã do Brasil; a segunda onda insere-se no país entre 1950 e 1960, através da Igreja do Evangelho Quadrangular, Brasil para Cristo e Igreja Pentecostal Deus é Amor, dentro do contexto paulista; e a terceira onda, também chamada de neopentecostalismo, surge entre 1970 e 1980 através da Igreja Universal do Reino de Deus e a Igreja Internacional da Graça de Deus, surgidas no contexto carioca.
Apesar da forma muito simplificada que a implantação das diversas denominações protestantes foi abordada, cada uma, com suas particularidades, contribuiu para o que hoje compõe o que se observa como fenômeno plural do universo religioso bra
sileiro. Não menos diverso foi o contexto que o protestantismo encontrou em nosso país. O Brasil foi colonizado por Portugal, país também miscigenado (formação original celta, seguido de romanos, bárbaros germânicos, mouros e árabes) e com um catolicismo muito mais místico do que o restante da Europa e um povo muito pacífico, com forte tendência comercial. Além disso, tivemos também a influência através da presença dos africanos, devido à escravidão e dos grandes movimentos migratórios de italianos, alemães, japoneses, libaneses, entre outros, que convivem em harmonia, o que resultou uma mistura racial muito grande.
Observa-se que a cultura brasileira é peculiar e possui relações com a revelação bíblica e que não foram exploradas pelas teologias estrangeiras. O que uma teologia brasileira então deveria abordar? Talvez poderíamos citar, em primeiro lugar, a diversidade e tolerância, pois estamos em um país altamente tolerante. Corrobora com isso o ideal bíblico de que aquilo que nos une deve ser maior do que o que nos separa (somente no Brasil, árabe e judeu vão para a TV fazer piada um do outro); temos uma nação que crê e respeita o sagrado, em todos as classes sociais; temos um povo altamente informal, com forte ênfase nas relações humanas (o Rio de Janeiro, por exemplo, foi eleita a cidade mais hospitaleira do mundo); a cultura brasileira trabalha uma relação tranqüila com idéias diferentes, diferentemente de teologias estrangeiras; temos a marca da esperança que as coisas vão melhorar, apesar de todas as dificuldades sociais, econômicas e políticas; a dimensão estética, a busca do belo e do prazer de viver a vida; as questões sociais, devido aos abismos e sérios problemas que temos em nossa sociedade e o elemento comemorativo, tão forte na Bíblia e também em nossa cultura.
Nossa teologia poderá ser muito significativa se, além de levados em consideração esses aspectos peculiares, fizermos uma ponte entre eles e a Bíblia. Sayão finaliza o seu artigo com a seguinte mensagem:
Paremos com o pessimismo, pois o protestantismo é promissor, pujante e prevalecente. Precisamos pensar e praticar passionalmente o protestantismo parelhado com a Palavra. Para podermos prevalecer, precisamos ponderar e prosseguir. A primeira ponderação é a prioridade da Palavra. Pressuposto primordial! Precisamos pesquisar, perquirir e pescrutar a Palavra. Propulsionados pelo perscrutar persistente da Palavra do Pai poderemos perfeitamente prosseguir. Os preceitos da Palavra perfazem o próximo passo. Precisamos praticar os preceitos do Príncipe da Paz. Palavra e Prática prosseguem em par! Por fim, penso que precisamos priorizar a prece. Perscrutar e praticar a palavra prepara o profeta, o pregador, o pastor a proferir palavras para o Pai Perene. Praticar a prece profetiza o prevalecer perpétuo pelo poder do Pai.
A observação dos nossos aspectos culturais e também dos preceitos bíblicos, poderá fazer a produção teológica do Brasil crescer qualitativamente e, além disso, devido à proeminência de nossa cultura e futebol no mundo, por exemplo, principalmente na África, Ásia e Oriente Médio, poderemos fazer algo bastante substancial também no campo das missões.
É preciso pensar o protestantismo pau-brasil! Protestantismo do país pentacampeão, pentasecular, pós-pentecostal, perigosamente problemático, praticamente pós-moderno! Para pensar, em prolegômenos, o protestantismo principiante do principal país português, precisamos proferir palavras propriamente planejadas, previamente preparadas, pesquisando os períodos do protestantismo pau-brasil: partindo-se do pioneiro e principiante, e prosseguindo até o presente e pós-moderno. Possivelmente poderemos prosseguir pincelando o painel polimorfo protestante! Podemos prosseguir? Perfeitamente!
Após as duas tentativas frustradas de implantação do Protestantismo no Brasil (no Rio de Janeiro, pelos calvinistas franceses em 1555 e no Nordeste brasileiro, pelos holandeses em 1630), podemos considerar o início efetivo do movimento a partir do século XIX, embora ainda restrito, devido à vinda da família real, fugida de Lisboa, atacada pelas tropas napoleônicas. Na ocasião, a Inglaterra, que escoltou os navios portugueses na viagem da família real, ganhou uma permissão restrita para promover cultos nos navios ancorados em portos brasileiros. Essa implantação ocorreu de duas formas, com o protestantismo de imigração (também chamado de protestantismo de colônia ou étnico e temos como exemplo os luteranos) e o protestantismo de missão (aonde o missionário vindo do exterior realizava a obra missionária, objetivando converter os brasileiros, como exemplos temos os batistas, presbiterianos e congregacionais).
Outro marco do protestantismo no Brasil é a inserção do pentecostalismo que, didaticamente, foi classificado em três ondas: a primeira onda é chamada de pentecostalismo clássico, surgida em 1910 e representados pela Assembléia de Deus e Congregação Cristã do Brasil; a segunda onda insere-se no país entre 1950 e 1960, através da Igreja do Evangelho Quadrangular, Brasil para Cristo e Igreja Pentecostal Deus é Amor, dentro do contexto paulista; e a terceira onda, também chamada de neopentecostalismo, surge entre 1970 e 1980 através da Igreja Universal do Reino de Deus e a Igreja Internacional da Graça de Deus, surgidas no contexto carioca.
Apesar da forma muito simplificada que a implantação das diversas denominações protestantes foi abordada, cada uma, com suas particularidades, contribuiu para o que hoje compõe o que se observa como fenômeno plural do universo religioso bra
sileiro. Não menos diverso foi o contexto que o protestantismo encontrou em nosso país. O Brasil foi colonizado por Portugal, país também miscigenado (formação original celta, seguido de romanos, bárbaros germânicos, mouros e árabes) e com um catolicismo muito mais místico do que o restante da Europa e um povo muito pacífico, com forte tendência comercial. Além disso, tivemos também a influência através da presença dos africanos, devido à escravidão e dos grandes movimentos migratórios de italianos, alemães, japoneses, libaneses, entre outros, que convivem em harmonia, o que resultou uma mistura racial muito grande.Observa-se que a cultura brasileira é peculiar e possui relações com a revelação bíblica e que não foram exploradas pelas teologias estrangeiras. O que uma teologia brasileira então deveria abordar? Talvez poderíamos citar, em primeiro lugar, a diversidade e tolerância, pois estamos em um país altamente tolerante. Corrobora com isso o ideal bíblico de que aquilo que nos une deve ser maior do que o que nos separa (somente no Brasil, árabe e judeu vão para a TV fazer piada um do outro); temos uma nação que crê e respeita o sagrado, em todos as classes sociais; temos um povo altamente informal, com forte ênfase nas relações humanas (o Rio de Janeiro, por exemplo, foi eleita a cidade mais hospitaleira do mundo); a cultura brasileira trabalha uma relação tranqüila com idéias diferentes, diferentemente de teologias estrangeiras; temos a marca da esperança que as coisas vão melhorar, apesar de todas as dificuldades sociais, econômicas e políticas; a dimensão estética, a busca do belo e do prazer de viver a vida; as questões sociais, devido aos abismos e sérios problemas que temos em nossa sociedade e o elemento comemorativo, tão forte na Bíblia e também em nossa cultura.
Nossa teologia poderá ser muito significativa se, além de levados em consideração esses aspectos peculiares, fizermos uma ponte entre eles e a Bíblia. Sayão finaliza o seu artigo com a seguinte mensagem:
Paremos com o pessimismo, pois o protestantismo é promissor, pujante e prevalecente. Precisamos pensar e praticar passionalmente o protestantismo parelhado com a Palavra. Para podermos prevalecer, precisamos ponderar e prosseguir. A primeira ponderação é a prioridade da Palavra. Pressuposto primordial! Precisamos pesquisar, perquirir e pescrutar a Palavra. Propulsionados pelo perscrutar persistente da Palavra do Pai poderemos perfeitamente prosseguir. Os preceitos da Palavra perfazem o próximo passo. Precisamos praticar os preceitos do Príncipe da Paz. Palavra e Prática prosseguem em par! Por fim, penso que precisamos priorizar a prece. Perscrutar e praticar a palavra prepara o profeta, o pregador, o pastor a proferir palavras para o Pai Perene. Praticar a prece profetiza o prevalecer perpétuo pelo poder do Pai.
A observação dos nossos aspectos culturais e também dos preceitos bíblicos, poderá fazer a produção teológica do Brasil crescer qualitativamente e, além disso, devido à proeminência de nossa cultura e futebol no mundo, por exemplo, principalmente na África, Ásia e Oriente Médio, poderemos fazer algo bastante substancial também no campo das missões.
Texto produzido para avaliação do módulo de História da Igreja IV, do curso de Teologia da Faculdade Unida de Vitória.
Bandeira dos EUA vira escultura de dominós, e desaba
Um internauta montou uma sensacional escultura da bandeira dos Estados Unidos com dominós e, depois, óbvio, derrubou tudo. Para completar, ele ainda fez uma bela montagem de vídeo mostrando todo o processo, com o “Star Spangled Banner” de fundo. Será que foi uma tentativa de dialogar com a reconstrução da imagem dos Estados Unidos com Obama na Casa Branca? Ou será que ele só queria fazer sucesso na rede aproveitando o patriotismo que aflora no 4 de julho? De qualquer jeito, conseguiu, porque em dois dias o vídeo teve mais de 225 mil acessos.
Fonte: Blog Bombou na Web
Desde criança, sempre gostei de vídeos assim! ;)
Fonte: Blog Bombou na Web
Desde criança, sempre gostei de vídeos assim! ;)
Problemas e perspectivas de um protestantismo Pau-Brasil (de Luiz Sayão)
É preciso pensar o protestantismo pau-brasil! Protestantismo do país pentacampeão, pentasecular, pós-pentecostal, perigosamente problemático, praticamente pós-moderno! Para pensar, em prolegômenos, o protestantismo principiante do principal país português, precisamos proferir palavras propriamente planejadas, previamente preparadas, pesquisando os períodos do protestantismo pau-brasil: partindo-se do pioneiro e principiante, e prosseguindo até o presente e pós-moderno. Possivelmente poderemos prosseguir pincelando o painel polimorfo protestante! Podemos prosseguir? Perfeitamente!
O primeiro protestantismo é o principiante, o primogênito. Primaveril! Parece-me plácido, progressista, platônico e promissor. Produziu profusamente pastores, presbíteros, pregadores e professores. Padeceu perigosamente pelo poder dos padres, pois era protestantismo de persuasão! Porém, prosseguiu, proclamando a Palavra. Para os pesquisadores, pendia para a perspectiva pró-saxônica. Por isso, pasmem! Perdeu a possibilidade de preconizar uma perspectiva protestante pau-brasil. Praticou a perigosa polarização, protelando um protestantismo palpavelmente pentacampeão, um protestantismo perfeitamente pau-brasil. Podemos permanecer perplexos!
Pouco passou para o protestantismo preguiçoso projetar-se. Perfeito protetor do passado, o protestantismo preguiçoso priorizou a preservação do pretérito! Progressista e paleozóico, pôs em prisão a profecia! Pôs-se a prosseguir paulatinamente pelo pavimento pachorrento da postergação. “Podemos praticar posteriormente”, pensavam. Para que pressa? Pianissimamente, premiou os prelúdios e os poslúdios. Preconizou as prerrogativas de uma prepotência possivelmente putrefata! Pouco pôde prevalecer, pois permitiu a pluralização parcimoniosa do protestantismo principiante! Era pouco popular, porém pertencia ao “pequeno povo”. Ponderado, premeditado, predeterminado, parou! Praticamente parou! Parou por que? Petrificou! Petrificou para propalar o paternalismo, preservando o personalismo profundamente presente no povo pau-brasil. Pareceu-me parcialmente paranóico, permeado pelo pavor: pavor de prosseguir, pavor de permutar, pavor de prejudicar o passado! Puxa!
O protestantismo posterior é o protestantismo pró-pentecostes! Pôs os preteristas em polvorosa! Passou a possuir o perfil de protestantismo propagador! Pareceu prejudicar os plácidos e praticar a preteritoclastia! Passou a pender para uma perspectiva possivelmente pau-brasil. Porém, perseguiu o prazer e profetizou a proibição! Prosseguiu proclamando um protestantismo de Parusia. Passou a pregar pomposamente! Porém, passou a possuir a preferência dos pobres. Pôde pregar e profetizar propriamente para os pobres, os paupérrimos, os piores pervertidos e os pretos preteridos pelos poderosos perversos. Precipitadamente, preferiu o profeta e preteriu perigosamente o professor! Possivelmente por isso, passou a pulverizar. Pulverizou em partículas pequeninas, precipitando-se num perfil pavorosamente perturbador! Pôs-se a projetar pontífices próprios. Passou a prognosticar, promover prodígios, perseguir principados e potestades. Proporcionou e potencializou plenamente o perfil polimorfo do protestantismo presente.
Paralelamente, projetou-se o protestantismo possivelmente pró-proletariado. Propulsionado por perspectivas políticas, pendeu para um posicionamento predominante em parte do planeta que preconizava a polarização “proletariado-poderosos”. Posicionamente que pulula! Pareceu-me prioritariamente político. Passou a preterir o púlpito, e permutou-o pelo palanque. O pastor-pregador preferiu passar-se por político-prometedor. Perderam-se os papéis! Passaram a praticar a parcialidade, pixando os pecados perversos dos povos poderosos, pisoteando os principais da pirâmide do poder. Porém, politicamente predeterminados, passaram a prender a Palavra para poupar os perversos que possivelmente protegiam o proletariado e praticavam os próprios pecados dos poderosos. Pode? Perdidos, passaram a piscar passionalmente para o pensamento pós-cristão, para os profetas das psicologias prevenidas para com a Palavra e para uma pulverização pós-moderna e perdida do próprio pensamento. Perderam a perspectiva! Preteriram o porto da partida. Procuram o porto promissor, possivelmente perdidos em perspectivas e prazeres passageiros. Papelão! Que Papelão!
Prometendo progredir, pretendo pensar no perfil do protestantismo posterior, o protestantismo pós-pentecostal. Plenamente pós-moderno, é prenhe de problemas perigosíssimos. É perfeitamente paliativo. Passou a proporcionar aos pobres a perspectiva dos poderosos: a prata pode preencher e é prioridade. É o protestantismo do poder, da prosperidade e da psicose. O pastor-profeta passou a possuir o perfil papagueador-promotor. Passa-se por psicólogo, e péssimo psicólogo! Pulverizados na perscrutação da Palavra, porém perversamente projetados pela pragmática da prata, preferem preterir e pisar as palavras dos principais pensadores do próprio protestantismo. Os pós-pentecostais prescrevem práticas parvas e pueris! Proclamam perspectivas perdidas, pisoteando a precisão do pensar! Preconizam pensamentos paliativos! Parecem predeterminados a promover o perecimento pleno dos próprios pobres. Para os pesquisadores, é pretenso protestantismo! Prostituiu-se! Perdeu-se em promiscuidade! Pobre protestantismo! Pobre protestantismo! É preciso praticar o pranto!
Paremos com o pessimismo, pois o protestantismo é promissor, pujante e prevalecente. Precisamos pensar e praticar passionalmente o protestantismo parelhado com a Palavra. Para podermos prevalecer, precisamos ponderar e prosseguir. A primeira ponderação é a prioridade da Palavra. Pressuposto primordial! Precisamos pesquisar, perquirir e perscrutar a Palavra. Propulsionados pelo perscrutar persistente da Palavra do Pai poderemos perfeitamente prosseguir. Os preceitos da Palavra perfazem o próximo passo. Precisamos praticar os preceitos do Príncipe da Paz. Palavra e Prática prosseguem em par! Por fim, penso que precisamos priorizar a prece. Perscrutar e praticar a palavra prepara o profeta, o pregador, o pastor a proferir palavras para o Pai Perene. Praticar a prece profetiza o prevalecer perpétuo pelo poder do Pai.
Palavra, Preceito e Prece. Perfil perpétuo para o povo do Pai Perene e do Príncipe da Paz.
Para sempre permanece a Palavra … (Psalmus 119.89)
O primeiro protestantismo é o principiante, o primogênito. Primaveril! Parece-me plácido, progressista, platônico e promissor. Produziu profusamente pastores, presbíteros, pregadores e professores. Padeceu perigosamente pelo poder dos padres, pois era protestantismo de persuasão! Porém, prosseguiu, proclamando a Palavra. Para os pesquisadores, pendia para a perspectiva pró-saxônica. Por isso, pasmem! Perdeu a possibilidade de preconizar uma perspectiva protestante pau-brasil. Praticou a perigosa polarização, protelando um protestantismo palpavelmente pentacampeão, um protestantismo perfeitamente pau-brasil. Podemos permanecer perplexos!
Pouco passou para o protestantismo preguiçoso projetar-se. Perfeito protetor do passado, o protestantismo preguiçoso priorizou a preservação do pretérito! Progressista e paleozóico, pôs em prisão a profecia! Pôs-se a prosseguir paulatinamente pelo pavimento pachorrento da postergação. “Podemos praticar posteriormente”, pensavam. Para que pressa? Pianissimamente, premiou os prelúdios e os poslúdios. Preconizou as prerrogativas de uma prepotência possivelmente putrefata! Pouco pôde prevalecer, pois permitiu a pluralização parcimoniosa do protestantismo principiante! Era pouco popular, porém pertencia ao “pequeno povo”. Ponderado, premeditado, predeterminado, parou! Praticamente parou! Parou por que? Petrificou! Petrificou para propalar o paternalismo, preservando o personalismo profundamente presente no povo pau-brasil. Pareceu-me parcialmente paranóico, permeado pelo pavor: pavor de prosseguir, pavor de permutar, pavor de prejudicar o passado! Puxa!
O protestantismo posterior é o protestantismo pró-pentecostes! Pôs os preteristas em polvorosa! Passou a possuir o perfil de protestantismo propagador! Pareceu prejudicar os plácidos e praticar a preteritoclastia! Passou a pender para uma perspectiva possivelmente pau-brasil. Porém, perseguiu o prazer e profetizou a proibição! Prosseguiu proclamando um protestantismo de Parusia. Passou a pregar pomposamente! Porém, passou a possuir a preferência dos pobres. Pôde pregar e profetizar propriamente para os pobres, os paupérrimos, os piores pervertidos e os pretos preteridos pelos poderosos perversos. Precipitadamente, preferiu o profeta e preteriu perigosamente o professor! Possivelmente por isso, passou a pulverizar. Pulverizou em partículas pequeninas, precipitando-se num perfil pavorosamente perturbador! Pôs-se a projetar pontífices próprios. Passou a prognosticar, promover prodígios, perseguir principados e potestades. Proporcionou e potencializou plenamente o perfil polimorfo do protestantismo presente.
Paralelamente, projetou-se o protestantismo possivelmente pró-proletariado. Propulsionado por perspectivas políticas, pendeu para um posicionamento predominante em parte do planeta que preconizava a polarização “proletariado-poderosos”. Posicionamente que pulula! Pareceu-me prioritariamente político. Passou a preterir o púlpito, e permutou-o pelo palanque. O pastor-pregador preferiu passar-se por político-prometedor. Perderam-se os papéis! Passaram a praticar a parcialidade, pixando os pecados perversos dos povos poderosos, pisoteando os principais da pirâmide do poder. Porém, politicamente predeterminados, passaram a prender a Palavra para poupar os perversos que possivelmente protegiam o proletariado e praticavam os próprios pecados dos poderosos. Pode? Perdidos, passaram a piscar passionalmente para o pensamento pós-cristão, para os profetas das psicologias prevenidas para com a Palavra e para uma pulverização pós-moderna e perdida do próprio pensamento. Perderam a perspectiva! Preteriram o porto da partida. Procuram o porto promissor, possivelmente perdidos em perspectivas e prazeres passageiros. Papelão! Que Papelão!
Prometendo progredir, pretendo pensar no perfil do protestantismo posterior, o protestantismo pós-pentecostal. Plenamente pós-moderno, é prenhe de problemas perigosíssimos. É perfeitamente paliativo. Passou a proporcionar aos pobres a perspectiva dos poderosos: a prata pode preencher e é prioridade. É o protestantismo do poder, da prosperidade e da psicose. O pastor-profeta passou a possuir o perfil papagueador-promotor. Passa-se por psicólogo, e péssimo psicólogo! Pulverizados na perscrutação da Palavra, porém perversamente projetados pela pragmática da prata, preferem preterir e pisar as palavras dos principais pensadores do próprio protestantismo. Os pós-pentecostais prescrevem práticas parvas e pueris! Proclamam perspectivas perdidas, pisoteando a precisão do pensar! Preconizam pensamentos paliativos! Parecem predeterminados a promover o perecimento pleno dos próprios pobres. Para os pesquisadores, é pretenso protestantismo! Prostituiu-se! Perdeu-se em promiscuidade! Pobre protestantismo! Pobre protestantismo! É preciso praticar o pranto!
Paremos com o pessimismo, pois o protestantismo é promissor, pujante e prevalecente. Precisamos pensar e praticar passionalmente o protestantismo parelhado com a Palavra. Para podermos prevalecer, precisamos ponderar e prosseguir. A primeira ponderação é a prioridade da Palavra. Pressuposto primordial! Precisamos pesquisar, perquirir e perscrutar a Palavra. Propulsionados pelo perscrutar persistente da Palavra do Pai poderemos perfeitamente prosseguir. Os preceitos da Palavra perfazem o próximo passo. Precisamos praticar os preceitos do Príncipe da Paz. Palavra e Prática prosseguem em par! Por fim, penso que precisamos priorizar a prece. Perscrutar e praticar a palavra prepara o profeta, o pregador, o pastor a proferir palavras para o Pai Perene. Praticar a prece profetiza o prevalecer perpétuo pelo poder do Pai.
Palavra, Preceito e Prece. Perfil perpétuo para o povo do Pai Perene e do Príncipe da Paz.
Para sempre permanece a Palavra … (Psalmus 119.89)
Fonte: Site da IBNU
Me amarro neste texto do Sayão!
6 de jul. de 2009
O Livreiro

O Livreiro é uma rede social para quem gosta de livro. De qualquer tipo: poesia, história, música, internet, comportamento, clássicos, quadrinhos, filosofia, gastronomia.
Cada leitor é de um jeito, e O Livreiro pode ser feito do seu jeito.
Leitores de todas as gerações e formações, de qualquer ponto do país, participam de várias maneiras: ao se tornar membro, é possível montar a estante pessoal, selecionar autores preferidos, resenhar obras lidas, buscar sugestões de leitura, descobrir afinidades compartilhadas e criar comunidades sobre assuntos de interesse.
Aproximar pessoas e livros é a nossa missão, ajudar a fazer do Brasil um país de leitores, o nosso sonho.
COMUNIDADES
Cada membro pode criar a comunidade que desejar sobre autores, livros e gêneros literários de seu interesse. Ou, se preferir, pode participar de uma das comunidades que já existem. Não há limite de participação em comunidades nem é obrigatório o ingresso em uma delas.
As comunidades podem ser abertas, fechadas e moderadas. Quem cria uma comunidade pode estabelecer as regras internas de participação. O debate é livre, desde que sejam respeitados os direitos humanos e as leis brasileiras.
CONTEÚDO
O Livreiro quer oferecer conteúdos diferenciados sobre livros e suas conexões com as diversas artes e áreas de conhecimento.
O canal Notícias funcionará como um agregador de informações atualizadas sobre autores e livros no país e no exterior. O leitor será avisado dos principais lançamentos e reedições e encontrará sugestões variadas de leitura, sob a forma de links, listas e comentários.
Os principais debates e sugestões das comunidades ajudarão a fazer esse canal. Por meio do "Eu, Livreiro", o usuário será convidado a contribuir com informações e opiniões.
No Clube do Livro, comandado pelo escritor Milton Hatoum, uma obra será lida e debatida a cada seis semanas.
Outras seções serão lançadas nos próximos meses.
Cada leitor é de um jeito, e O Livreiro pode ser feito do seu jeito.
Leitores de todas as gerações e formações, de qualquer ponto do país, participam de várias maneiras: ao se tornar membro, é possível montar a estante pessoal, selecionar autores preferidos, resenhar obras lidas, buscar sugestões de leitura, descobrir afinidades compartilhadas e criar comunidades sobre assuntos de interesse.
Aproximar pessoas e livros é a nossa missão, ajudar a fazer do Brasil um país de leitores, o nosso sonho.
COMUNIDADES
Cada membro pode criar a comunidade que desejar sobre autores, livros e gêneros literários de seu interesse. Ou, se preferir, pode participar de uma das comunidades que já existem. Não há limite de participação em comunidades nem é obrigatório o ingresso em uma delas.
As comunidades podem ser abertas, fechadas e moderadas. Quem cria uma comunidade pode estabelecer as regras internas de participação. O debate é livre, desde que sejam respeitados os direitos humanos e as leis brasileiras.
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Quando a Bíblia faz mal!
A grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra.
Sempre que se obedece à Escritura por causa dela mesma, se está cedendo à tentação do Diabo!
Não é de estranhar, portanto, que o pai da fé, Abraão, tenha vivido pela fé na Palavra antes de haver Escritura, mostrando-nos assim, que a Palavra precede a Escritura.
A fé vem pelo ouvir-escutar-crer-render-se à Palavra.
E a pregação só é Palavra se o Espírito estiver soprando. Do contrário, é só prega-ação!
E a pregação que não é Palavra é apenas estudo bíblico, podendo gerar mais doença do que libertação.
A grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra. As Escrituras se iluminam como a Palavra somente quando aquele que a busca tem como motivação o encontro com a Palavra de Deus. Ou quando o Deus da Palavra fala antes ao coração!
A Bíblia é o Livro.
A Escritura é o Texto.
A Palavra É!
“Escritura” sem Deus é apenas um texto religioso aberto à toda sorte de manipulações!
No genuíno encontro com Deus e com a Palavra, a Escritura vem depois.
Sim! A Escritura vem bem depois!
O processo começa com a testificação do Espírito — pelo testemunho da Palavra de que somos filhos de Deus (Atos 16:14; Romanos 8:14-17; 10:17).
Depois, nos aproximamos da Escritura, pela Palavra. Então, salvos da “Escritura” pela Palavra, estudamo-la buscando não o seu poder ou o seu saber, mas a “revelação” imponderável acerca da natureza e da vontade de Deus, que daquele “encontro”—entre a Escritura, a Palavra e o Espírito — pode proceder.
Para tanto, veja João 5:39-40, onde o exame das Escrituras só se atualiza como vida se acontecer em Cristo.
Um exemplo do que digo é a tentação de pular do Pináculo do Templo. Tinha uma “base bíblica”— se levarmos em conta a Escritura como sendo a Palavra. Mas o que Jesus identificou ali foi a Escritura sem a Palavra.
Um ser pré-disposto ao sucesso teria pulado do Pináculo em “obediência” à Escritura e à sua literalidade, violando, para sua própria morte, a Palavra.
Sim! Estava escrito.
Porém, não estava dito!
Ora, é em cima do que está escrito mas não está dito, que não só cometemos “suicídios”, mas também “matamos” aqueles que se fazem “discípulos” de nossa arrogância, os quais, motivados pelas nossas falsas promessas, atiram-se do Pináculo do Templo abaixo.
E é também por causa desse tipo de obediência à letra da Escritura que nós morremos.
A letra mata!
Olhamos em volta e vemos o Livro de Deus em todas as prate-Lei-ras. Vemos o povo carregando-o sob o braço e percebemos que eles são apenas “consumidores de Bíblias”.
Vemos seus lideres e os percebemos, muitas vezes, apenas como “mercadejadores” de Bíblias e dos “esquemas” e “programas” que se derivam do marketing que oferece e vende sucesso em “pacotes em nome de Jesus”.
Sim! E isso tudo não porque nos faltem Bíblias e muito menos acesso à Palavra.
O que nos falta é buscar a Deus por Deus.
O que nos falta é sermos filhos amados de Deus não porque isto nos dá status Moral sobre uma sociedade que não é mais perdida que a própria “igreja”, coletivamente falando, é claro!
O que nos falta é a alegria da salvação, sendo essa alegria apenas fruto de gratidão.
É somente na Graça que a leitura da Bíblia tem a Palavra para o coração humano. Sem a iluminação do Espírito a Bíblia é apenas o mais fascinantes de todos os best-sellers.
Fonte: Site do Caio Fábio
Sempre que se obedece à Escritura por causa dela mesma, se está cedendo à tentação do Diabo!
Não é de estranhar, portanto, que o pai da fé, Abraão, tenha vivido pela fé na Palavra antes de haver Escritura, mostrando-nos assim, que a Palavra precede a Escritura.
A fé vem pelo ouvir-escutar-crer-render-se à Palavra.
E a pregação só é Palavra se o Espírito estiver soprando. Do contrário, é só prega-ação!
E a pregação que não é Palavra é apenas estudo bíblico, podendo gerar mais doença do que libertação.
A grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra. As Escrituras se iluminam como a Palavra somente quando aquele que a busca tem como motivação o encontro com a Palavra de Deus. Ou quando o Deus da Palavra fala antes ao coração!
A Bíblia é o Livro.
A Escritura é o Texto.
A Palavra É!
“Escritura” sem Deus é apenas um texto religioso aberto à toda sorte de manipulações!
No genuíno encontro com Deus e com a Palavra, a Escritura vem depois.
Sim! A Escritura vem bem depois!
O processo começa com a testificação do Espírito — pelo testemunho da Palavra de que somos filhos de Deus (Atos 16:14; Romanos 8:14-17; 10:17).
Depois, nos aproximamos da Escritura, pela Palavra. Então, salvos da “Escritura” pela Palavra, estudamo-la buscando não o seu poder ou o seu saber, mas a “revelação” imponderável acerca da natureza e da vontade de Deus, que daquele “encontro”—entre a Escritura, a Palavra e o Espírito — pode proceder.
Para tanto, veja João 5:39-40, onde o exame das Escrituras só se atualiza como vida se acontecer em Cristo.
Um exemplo do que digo é a tentação de pular do Pináculo do Templo. Tinha uma “base bíblica”— se levarmos em conta a Escritura como sendo a Palavra. Mas o que Jesus identificou ali foi a Escritura sem a Palavra.
Um ser pré-disposto ao sucesso teria pulado do Pináculo em “obediência” à Escritura e à sua literalidade, violando, para sua própria morte, a Palavra.
Sim! Estava escrito.
Porém, não estava dito!
Ora, é em cima do que está escrito mas não está dito, que não só cometemos “suicídios”, mas também “matamos” aqueles que se fazem “discípulos” de nossa arrogância, os quais, motivados pelas nossas falsas promessas, atiram-se do Pináculo do Templo abaixo.
E é também por causa desse tipo de obediência à letra da Escritura que nós morremos.
A letra mata!
Olhamos em volta e vemos o Livro de Deus em todas as prate-Lei-ras. Vemos o povo carregando-o sob o braço e percebemos que eles são apenas “consumidores de Bíblias”.
Vemos seus lideres e os percebemos, muitas vezes, apenas como “mercadejadores” de Bíblias e dos “esquemas” e “programas” que se derivam do marketing que oferece e vende sucesso em “pacotes em nome de Jesus”.
Sim! E isso tudo não porque nos faltem Bíblias e muito menos acesso à Palavra.
O que nos falta é buscar a Deus por Deus.
O que nos falta é sermos filhos amados de Deus não porque isto nos dá status Moral sobre uma sociedade que não é mais perdida que a própria “igreja”, coletivamente falando, é claro!
O que nos falta é a alegria da salvação, sendo essa alegria apenas fruto de gratidão.
É somente na Graça que a leitura da Bíblia tem a Palavra para o coração humano. Sem a iluminação do Espírito a Bíblia é apenas o mais fascinantes de todos os best-sellers.
Fonte: Site do Caio Fábio
4 de jul. de 2009
Em louvor ao rei (do pop)
Surpresa no final da celebração em uma igreja episcopal americana. No poslúdio, o organista mandou ver num tributo a Michael Jackson e foi ovacionado pelos fiéis. =)
Fonte: Pavablog
Furo não... foi um rombo!
Participar do Twitter, a rede social do momento na internet, é divertido. Mas é preciso tomar cuidado para não cometer gafes, como fez o ator Bruno Gagliasso nesta semana. Gagliasso divulgou, por acidente, seu número de telefone celular para todos os internautas.
Leia mais em: Tire suas dúvidas básicas sobre o Twitter no G1.com
Leia mais em: Tire suas dúvidas básicas sobre o Twitter no G1.com
Mimos modernos
Fonte: Youtube by Twitter do Walter Longo (Vice-presidente de Planejamento da empresas de Roberto Justus).
Conheço alguém que vai adorar a novidade... :P
"A Cabana" precisa de N. T. Wright
Ronald SiderDepois que comecei a ler o fantástico livro de William Young, “A Cabana”, não consegui mais parar. Felizmente, estava de férias em Maine, então tudo o mais poderia esperar até que eu chegasse à última página. Esse livro merece um lugar no topo da lista de “best-sellers” do “The New York Times”.
“A Cabana” oferece uma vívida descrição da Trindade, da surpreendente misericórdia e do perdão divinos e do convite insistente de Deus, que respeita a liberdade humana. Por várias vezes, Young pontua questões importantes: Deus é profundamente pessoal, mas não é homem nem mulher; Deus deseja curar nossas feridas mais profundas, mas não nos coage ao arrependimento; no centro da fé cristã está a maravilhosa intimidade de um relacionamento vivo e pessoal com o Criador do universo, que se deleita com nossa amizade mais do que podemos imaginar.
Certamente milhares de não-cristãos pegarão esse livro de título estranho e serão surpreendidos ao descobrir a atrativa figura de um Deus encantador e amoroso.
Porém, há um problema. Ao ler “A Cabana”, ninguém perceberia que o evangelho de Jesus são as boas novas do reino de Deus. A ilustração do evangelho e da fé cristã apresentada na obra é o clássico individualismo evangélico em sua melhor forma. O evangelho é o perdão dos pecados, a cura pessoal, os relacionamentos pessoais transformados e um relacionamento íntimo e pessoal com o Criador das galáxias.
Tudo isso é, de fato, maravilhoso. Se o evangelho se resumisse a isso, eu já ficaria perplexo com o esplendor do dom de Deus oferecido a nós. Contudo, de acordo com Jesus, o evangelho é tudo isso e muito mais.
Praticamente todos os estudiosos do Novo Testamento concordam que o evangelho que Jesus pregou eram as boas novas do reino. E ninguém explica isso de maneira mais clara e poderosa do que N. T. Wright (2). Jesus afirma ser o tão esperado Messias que surge nos tempos messiânicos, quando, conforme predisseram os profetas, Deus não apenas perdoaria nossos pecados, mas também começaria a transformar toda a criação decadente, a restaurar os relacionamentos entre Deus, o próximo, a terra e nós mesmos.
No cotidiano da igreja primitiva, podemos ver como a nova comunidade messiânica refletia a transformação das relações econômicas, sociais e étnicas. Na verdade, o pecado não foi totalmente derrotado nem mesmo na igreja. Porém, a ressurreição provou que a transformação definitiva de todas as coisas já havia começado quando Cristo voltou para concluir sua vitória sobre o mal.
O livro “Surpreendido pela Esperança” (3), de N. T. Wright, que também li nas férias, apresenta essas questões de uma forma simplesmente primorosa. Ele mostra como nosso destino final é viver com nossos corpos ressurretos em uma terra transformada (Rm 8.19ss) na presença do Deus vivo. Até mesmo a criação que geme será restaurada por completo. Até mesmo a glória das nações, o melhor da civilização humana, será livre desse mal e introduzida ao reino (Ap 21.24–22.2).
Wright nos ajuda a entender como Platão e o individualismo ocidental nos levaram a reduzir o evangelho de Jesus à salvação pessoal de almas individuais. A ênfase de Platão na alma (temos uma alma boa presa em um corpo mau) levou muitos cristãos a priorizar quase exclusivamente a salvação das almas individuais para que elas pudessem ir para o céu. Se o evangelho de Jesus for apenas isso, então é inútil cuidar da criação e trabalhar por justiça. Porém, se o evangelho de Jesus são as boas novas do reino onde tudo -- não somente nossas almas -- está sendo restaurado por completo, se o reino já começou e será consumado quando Cristo retornar para nos dar corpos ressuretos que celebrem e exultem numa boa terra, então nosso trabalho por justiça, paz e um meio ambiente restaurado é parte do plano completo de Deus.
Espero que o autor de “A Cabana” leia “Surpreendido pela Esperança”, de N. T. Wright. Ao fazê-lo, ele verá que tudo o que descreve de forma tão maravilhosa e vívida é bom e verdadeiro -- mas pertence a um contexto mais amplo. (Na verdade, em algumas ocasiões, ele modificará algumas coisas, como a sugestão de que Deus está interessado apenas em relacionamentos, não em instituições.) O Deus pessoal que ele descreve de forma tão bela está empenhado em restaurar não apenas os relacionamentos pessoais, mas também as estruturas sociais decaídas e até mesmo a criação devastada.
Talvez William Young entenda isso. Sua descrição da Trindade se deleitando na boa terra certamente mostra que ele não é um platonista. Porém, em “A Cabana” não há sugestão alguma de que o evangelho afeta as estruturas sociais, da mesma forma como afeta os relacionamentos pessoais. Espero que Young escreva mais narrativas que reflitam a totalidade do evangelho.
Se você ainda não leu esses dois excelentes livros, faça-o imediatamente. No entanto, à medida que você descobrir na fascinante descrição de Young como Deus se deleita em um relacionamento pessoal com você e comigo, lembre-se de que essa verdade gloriosa pertence a um contexto mais amplo no plano de Deus de fazer todas as coisas novas.
Notas
1. Texto enviado pelo autor. Publicado na revista “Prism” (edição de novembro/dezembro de 2008).
2. Autor de Simplesmente Cristão e O Mal e a Justiça de Deus, ambos pela Editora Ultimato.
3. A ser publicado no Brasil ainda este ano pela Editora Ultimato.
Ronald Sider é editor da revista “Prism” e presidente da organização americana Evangélicos pela Ação Social. É autor de, entre outros, O Escândalo do Comportamento Evangélico (Editora Ultimato) e “Cristãos Ricos em Tempo de Fome”.
Fonte: Editora Ultimato
Aos amigos informo que, finalmente, comprei A Cabana para ler... rsrs.
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