15 de jun. de 2010

China não joga, mas tem forte presença na Copa

Chineses se destacam pela exportação das tão faladas vuvuzelas e o patrocínio, com empresas como a Yingli Solar

image Pequim - A China não está presente, como de costume, entre as seleções que participam da Copa do Mundo, mas isso não significa que o país não tenha colaborado de diferentes maneiras com o campeonato.

Algumas de suas contribuições são muito chamativas, como as vuvuzelas, que são, em parte, responsabilidade dos chineses, que exportaram o instrumento para a África do Sul há cerca de 10 anos.

No entanto, os estádios na China não foram dominados pelas barulhentas cornetas, onde são mais utilizados os gongos e pratos tradicionais do país.

Também há outros produtos "made in China" que os torcedores sul-africanos e de outros países levam para os estádios para encorajar suas seleções, como bandeiras de diferentes tamanhos e cores.

A China também se aproveita da Copa no ramo publicitário, como, por exemplo, com a Yingli Solar, a primeira empresa chinesa a patrocinar o Mundial na história.

A empresa é especializada em energia solar e é também a primeira companhia de energias renováveis presente em um evento esportivo mundial.

Já o gigante das telecomunicações Huawei, em cooperação com a MTN, fornece aos jornalistas os equipamentos necessários para transmitir suas informações pela internet.

No entanto, uma contribuição da qual os chineses talvez não se sintam tão orgulhosos são as falsificações de camisetas, do mascote da Copa e de produtos com direitos da Fifa e de outras marcas.

A contribuição chinesa no Mundial é, sem dúvida, um reflexo da crescente presença do país asiático na África, um de seus mercados prioritários para produtos e investimentos.

Fonte: Portal Exame

11 de jun. de 2010

Coral Gospel emociona público durante cerimônia de abertura da Copa do Mundo.

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Um coral gospel marcou presença em um grande concerto com vários artistas internacionais, como Shakira, Alicia Keys, Juanes e Black Eyed Peas foi celebrado nesta quinta-feira, às 15h (de Brasília), no estádio Orlando, em Soweto, na véspera da rodada de abertura da Copa do Mundo da África do Sul.

Entre os outros artistas locais no show compareceram Hugh Masakela, Freshlyground, The Parlotones, Vusi Mahlasela e o Soweto Gospel Choir.

Na abertura da Copa do Mundo, o Soweto Gospel Choir se apresentou junto com Angelique Kidjo logo na abertura dos festejos. A apresentação do coral foi um tributo as raízes, esperanças e sonhos sul-africanos e além de animar, emocionou aos telespectadores com a letra alegre e contagiante.

 

Vídeo: Coral Gospel Soweto Gospel Choir na Abertura da Copa

 

Coral Gospel Soweto Gospel Choir

O Coral Sul Africano Soweto Gospel Choir tem provado ser uma força capaz de influenciar as mais diversas culturas do continente africano através da música gospel . As exuberantes vozes de Soweto Gospel Choir(na maioria das vozes a capela) estão conquistando audiência em todo o mundo. Eles tem espalhado mensagens de amor, alegria e esperança as pessoas, independentemente da sua cor, língua ou fé.

O coral ganhou o apoio até de Nelson Mandela uma das mais influentes personalidades negra da história recente. O Soweto Gospel Choir tem conquistado platéias desde 2005 , quando que conseguiu a primeira posição na Billboard, além disso, antes já havia conquistado o título de melhor coral internacional em 2004 no Gospel Music Award.

Suas performances se destacam pelas vozes incomparáveis, onde podemos claramente ouvir o timbre diferenciado, vozes além de suas roupas tradicionalmente coloridas e dança.

Fonte: Gospel+ e Galileo

7 de jun. de 2010

A vida é como uma peça de teatro

“A vida é mais fácil do que imaginamos e mais difícil do que gostaríamos”
viverA vida é como uma peça de teatro. A partir da inspiração do Criador nascem os personagens. É Ele quem concebe a vida e permite que a fantasia transforme-se em realidade. Mas são os atores, através de sua singularidade, que são responsáveis por seus respectivos papéis.
Cada um interpreta de uma forma única e cria seu personagem de acordo com suas próprias características. Considerando que cada papel viva um momento diferente na vida, uma situação nova, de modo que ninguém, nunca, substituirá a outro.

Muitas vezes o autor interfere numa cena ou outra e pode até mudar o rumo da história – até vilões viram mocinhos – porém, é a autenticidade de cada um e a liberdade do improviso que valoriza a obra. Afinal, o Autor torna possível, mas é o ator quem faz acontecer.

Assim é a vida, cabe a nós escolher entre fazer parte do espetáculo e dar o melhor de si, ou ser mais um na platéia que cruza s braços diante dos acontecimentos, aperfeiçoando seu olhar crítico, apenas julgando a qualidade da peça e eficiência dos atores. Geralmente, os que optam por fazer parte da platéia, tornam-se figurantes da vida, pois não se permitem viver intensamente. Preferem apenas assistir a performance do outro, na tentativa vã de não se ferir ou não correr o risco de serem vaiados. Mas aqueles que decidem viver e não apenas existir, esses sim, dão ênfase a própria história e no fim do espetáculo, mesmo que hajam criticas negativas por parte de alguns e indiferença por outros, existirá SEMPRE alguém para aplaudi-los, mesmo que seja o próprio Autor.

Por Jéssica Rodrigues Vieira no blog Devaneios

Na hora em que li, lembrei da canção de Geraldo Vandré:

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

5 de jun. de 2010

Twitter do Tas - @MarceloTas

Polêmica e humor no Twitter por um especialista no assunto
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Fonte: Leia a matéria completa e ampliada no site da IstoÉ.

Trata-se de mais uma iniciativa bacana da mídia. Uma coluna na revista impressa cuja fonte de conteúdo é a intereção do Marcelo Tas (CQC) com seus seguidores no Twitter. #promete

4 acordes…

… e quase 40 músicas.

Dica do Bruno Pacheco.

3 de jun. de 2010

Eliel Vieira sorteia “Uma força em movimento”, de Erwin McManus

A igreja - não a instituição formal nem o prédio - é uma força divinamente criada e capaci978-85-62877-02-5tada para transformar o mundo. No entanto, ela só pode cumprir efetivamente sua missão à medida que se engaja na comunidade, ousando sair da atrofia dos métodos para dar liberdade à criatividade com a qual foi agraciada pelo Criador. É essa igreja, que aceita todos os riscos para penetrar na cultura com sua mensagem maravilhosamente subversiva, que Erwin McManus propõe em Uma força em movimento

O autor propõe uma nova arquitetura cultural, cujos componentes estruturais podem (e devem) ser encontrados em um cristianismo contextualizado, que mantém seus valores, mas continua sensível aos movimentos da comunidade, do povo, do tempo e das circunstâncias que o cercam. Uma força em movimento mostra o poder de uma espiritualidade que transforma a história humana de dentro para fora à medida que se envolve com a cultura em todos os níveis - pessoal, comunitário, étnico, nacional e universal.

Sobre o livro:

Lançamento: Setembro de 2009
Editora: Garimpo Editorial
Compre o livro: http://www.garimpoeditorial.com.br/cristianismo_umaforca.html
Leia um trecho do livro: Clique aqui.

Para participar do sorteio, acesse o blog do Eliel Vieira. 

Para conhecer melhor o McManus, reveja este post: Igreja pode virar estrela do Super Bowl.

Eu queroooooooooo! \o/

Controverso, eu?

Não me considero um polemista, embora reconheça a minha insistência em questionar, embora saiba que vez por outra peso nas tintas ao criticar, embora consciente do meu atrevimento por tentar derrubar vacas sagradas de seus pedestais teológicos. Um tanto de gente me escreve perguntando sobre boatos que se espalham por corredores virtuais me acusando de perigoso. Sinceramente, não me acho uma ameaça (sem bem que Hitler também não se achava!).

Vou tentar explicar pela enésima vez porque disse que estava de saída do movimento evangélico – enumero para que fique mais didático:


1. Por razões éticas

Não consigo acertar o passo com os escândalos que sacodem quase semanalmente o movimento evangélico. Na minha opinião, um claro sinal da septcemia moral que o devasta. Alguém diria: “Esses escândalos representam apenas uma pequena parcela do movimento e os demais não podem ser responsabilizados”. Ora, ora, se os desmandos do neopentecostalismo não representam o todo, então porque os evangélicos se valem do crescimento das mega-igrejas, dos ministérios televisivos, para impressionar com as estatísticas do IBGE? Se há necessidade de separar quem é quem, então que profetas se levantem e denunciem o circo vergonhoso que se tornou a pretensa “pregação do evangelho” que não passa de uma neurolinguística fajuta. 

2. Por razões teológicas

Milagres a granel são prometidos indiscriminadamente pelas igrejas. O movimento evangélico virou um movimento antropocêntrico. Deus foi reduzido a um poderoso consertador de problemas, a um super-gênio da lâmpada que cumpre desejos, a um magnífico Papai Noel que dá o que se pede. Oração se transformou em técnica de manipular o divino; obediência, um jeito de desobstruir os dutos por onde correm as bênçãos; e fé, uma força que arrasta o coração de Deus na direção dos humanos, sempre miseráveis. 

Na verdade, se me perguntarem se concordo com um mundo engrenado pela providência que faz com que todos os nano eventos do universo tenham a tutela de Deus, responderei que não. Se me perguntarem se creio que crianças já nascem pecaminosas e “filhas da ira” de Deus, repetirei que não. Enfim, eu jamais passaria nas provas de catecúmenos da maioria das igrejas evangélicas. 

3. Por razões existenciais

Por anos, corri, corri, sobre a plataforma evangélica de salvar almas, de garantir o céu para os pecadores danados. Quando vi que a fronteira da velhice se avizinhava, descobri que as pessoas que haviam carimbado o passaporte para a vida eterna eram malvadas, iracundas, traiçoeiras, ingratas, mais amantes de suas doutrinas do que do próximo. Eu tinha distribuído salvo conduto que dava entrada para as ruas de ouro do Paraíso, mas fracassara em ajudar homens a honrarem as calças que vestiam. 

Recentemente, pregando em Natal, Rio Grande do Norte, perguntei a um pastor anglicano sobre o estado das igrejas ali. Ele respondeu que igrejas evangélicas sérias estavam em crise. Repliquei de imediato: – Não, amigo, as igrejas sérias não estão em crise, mas navegando na contracorrente. 

Sei que a versão dos maldosos colou em mim; fiquei com o estigma de mal-resolvido, polêmico e até de herege. No passado, isso me inquietava, mas depois que muitas águas correram sob a ponte, conscientizei-me de que devo continuar tentando abrir picada onde não há trilha sem importar-me com a opinião dos guardiões da reta doutrina. 

Se a busca inquieta por novos ares for controverso, sou controverso. Se não aceitar andar no passo da manada for controverso, eu sou controverso. Se desejar cuidar pastoralmente de famílias com filhos com paralisia cerebral, sem repetir chavões, for controverso, eu sou controverso. Se recusar a aceitar que a miséria de bilhões, que dormem com fome todas as noites, representa o controle de Deus sobre a história for controverso, então eu sou controverso. 

Cambaleante, continuarei. Sob artilharia pesada, escreverei. Espicaçado por eruditos, seguirei. Esta é minha vocação, é minha sina, é meu destino. Comecei, agora vou até o fim. 

Soli Deo Gloria

Fonte: Ricardo Gondim em seu site.

Gondim é um bravo guerreiro e devíamos copiar sua coragem de se expressar e de fazer algo novo, diferente. Há muito tempo que o movimento evangélico vem precisando de uma sacudida. Como também temos coisas lindas em nosso meio, precisamos separar o joio do trigo. São muitos os falsos profetas que têm se levantado para vender uma teologia perniciosa, fabulosa e que promete vida fácil. Porém, este não é o fim último do evangelho. Nossa missão é fazer presente os valores do Reino de Deus, que está muito próximo, mas que ainda não chegou por conta de nosso egoísmo e vã religiosidade.

Sorry!

Publicidade continua sendo uma arte praticada por muitos, mas aperfeiçoada por poucos...

Dica do @walterlongo no Twitter.

Quando a Bíblia faz mal

Sempre que se obedece à Escritura por causa dela mesma, se está cedendo à tentação do Diabo!

Não é de estranhar, portanto, que o pai da fé, Abraão, tenha vivido pela fé na Palavra antes de haver Escritura, mostrando-nos assim, que a Palavra precede a Escritura.

A fé vem pelo ouvir-escutar-crer-render-se à Palavra.

E a pregação só é Palavra se o Espírito estiver soprando. Do contrário, é só prega-ação!

E a pregação que não é Palavra é apenas estudo bíblico, podendo gerar mais doença do que libertação.

A grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra. As Escrituras se iluminam como a Palavra somente quando aquele que a busca tem como motivação o encontro com a Palavra de Deus. Ou quando o Deus da Palavra fala antes ao coração!

humilhadoA Bíblia é o Livro.

A Escritura é o Texto.

A Palavra É!

“Escritura” sem Deus é apenas um texto religioso aberto à toda sorte de manipulações!

No genuíno encontro com Deus e com a Palavra, a Escritura vem depois.

Sim! A Escritura vem bem depois!

O processo começa com a testificação do Espírito — pelo testemunho da Palavra de que somos filhos de Deus (Atos 16:14; Romanos 8:14-17; 10:17).

Depois, nos aproximamos da Escritura, pela Palavra. Então, salvos da “Escritura” pela Palavra, estudamo-la buscando não o seu poder ou o seu saber, mas a “revelação” imponderável acerca da natureza e da vontade de Deus, que daquele “encontro”—entre a Escritura, a Palavra e o Espírito — pode proceder.

Para tanto, veja João 5:39-40, onde o exame das Escrituras só se atualiza como vida se acontecer em Cristo.

Um exemplo do que digo é a tentação de pular do Pináculo do Templo. Tinha uma “base bíblica”— se levarmos em conta a Escritura como sendo a Palavra. Mas o que Jesus identificou ali foi a Escritura sem a Palavra.

Um ser pré-disposto ao sucesso teria pulado do Pináculo em “obediência” à Escritura e à sua literalidade, violando, para sua própria morte, a Palavra.

Sim! Estava escrito.

Porém, não estava dito!

Ora, é em cima do que está escrito mas não está dito, que não só cometemos “suicídios”, mas também “matamos” aqueles que se fazem “discípulos” de nossa arrogância, os quais, motivados pelas nossas falsas promessas, atiram-se do Pináculo do Templo abaixo.

E é também por causa desse tipo de obediência à letra da Escritura que nós morremos.

A letra mata!

Olhamos em volta e vemos o Livro de Deus em todas as prate-Lei-ras. Vemos o povo carregando-o sob o braço e percebemos que eles são apenas “consumidores de Bíblias”.

Vemos seus lideres e os percebemos, muitas vezes, apenas como “mercadejadores” de Bíblias e dos “esquemas” e “programas” que se derivam do marketing que oferece e vende sucesso em “pacotes em nome de Jesus”.

Sim! E isso tudo não porque nos faltem Bíblias e muito menos acesso à Palavra.

O que nos falta é buscar a Deus por Deus.

O que nos falta é sermos filhos amados de Deus não porque isto nos dá status  Moral sobre uma sociedade que não é mais perdida que a própria “igreja”, coletivamente falando, é claro!

O que nos falta é a alegria da salvação, sendo essa alegria apenas fruto de gratidão.

É somente na Graça que a leitura da Bíblia tem a Palavra para o coração humano. Sem a iluminação do Espírito a Bíblia é apenas o mais fascinantes de todos os best-sellers.

Fonte: Caio Fábio via Pavablog

Texto perturbador do Caio Fábio. Lendo-o, muitas imagens são projetadas em minha mente. Imagens de pessoas pregando a Escritura e não a Palavra. Discurso vazio e sem vida. Manipuladores de massas. Legalistas. Escravizam o povo  e torcem sua visão sobre Deus. Ressaltam a religião. Empobrecem a vida e o que ela tem de mais belo. O que fazer para isso mudar? #dúvidas #revolta

22 de mai. de 2010

Um Deus cheio de graça

Deus, em sua primeira aliança, elegeu um povo para firmá-la, com objetivo de formar uma nação. Isso criou neste povo um sentimento de exclusivismo, de superioridade cultural, religiosa, política, ou seja, excluía os demais povos, os diferentes, as minorias. A manutenção deste modelo se dava pelo alimento (maná) que gerou o materialismo, apego às coisas materiais, posses. E a relação com Deus se dava através da visão, da estética (vide detalhes luxuosos do templo, dos rituais sacrificiais, das roupas sacerdotais). Toda essa objetividade acabou gerando controle.

As coisas mudaram na nova aliança, que é permeada pelo sentimento de inclusivismo, criando um espaço de acolhimento. A manutenção deste modelo se dá por outro tipo de pão, o espiritual, mostrando o desapego às coisas materiais. A relação com Deus agora se dá pela audição (… E como crerão naquele de quem não ouviram falar?… Romanos 10.14) , pela sensibilidade,  pela fé, pela obediência e pelo relacionamento. Deus não quer mais uma nação e sim uma Igreja, uma comunidade onde todos são bem-vindos e recebidos, onde tudo é compartilhado para o bem de todos.

Na antiga aliança, os israelitas instituíram festas para cada etapa (fato importante) da construção da nação: para o primeiro, a saída do Egito, eles instituíram a  festa da Páscoa, para lembrar e ensinar às novas gerações sobre a libertação da escravidão. Outro fato importante foi a travessia do Mar Vermelho, durante a peregrinação no deserto e para tal lembrança foi instituída a Festa do Tabernáculo. Um terceiro fato importante foi a posse da Terra Prometida e a festa para essa fase é a de Pentecostes. 

Semelhantemente, temos três fatos característicos na nova aliança: o arrependimento, convocação pessoal e individual (e não mais da nação), a fé e a confiança em Cristo (é por ele que temos acesso ao Pai e nele devemos permanecer) e a missão e o compromisso de compartilhar essa boa nova para outros. É notório que precisamos aprender mais sobre como viver sobre esta nova perspectiva de vida e também ensinar as próximas gerações toda a magnitude da quebra de paradigma da cruz e, por isso, creio que deveríamos também instituir festas para cada uma destas fases. Enquanto crentes, cremos muito pouco no poder de uma boa comemoração! Devemos celebrar a (nova) vida, a liberdade, a salvação, a alegria de pertencer e servir a Cristo.

Isso parece loucura? Sim, é: Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus (I Coríntios 1:18). Afinal, nosso Deus é festeiro e cheio de graça!

16 de mai. de 2010

Deus, onde estás?

PalavrAntiga

Compositor: Marcos Oliveira De Almeida pobreza

 

Deus, onde estás?
Te procuro, Te procuraria na porta dessa rua

Deus, onde estás?
Olha o que eu vejo agora
O menino dançou sem roupa
O menino botou na boca um doce com gosto de fel

Deus, onde estás?
A igreja arrancou o sino
O homem esqueceu o menino
Fez castelo de ouro e prata e perdeu a vida

Ah! Acende toda luz
Iluminando a Terra que convive com a dor sem esperança

Vai onde há a dor, e cura!
Vai onde não há amor, e ama!
Vai onde há a dor, e alegra!
Vai onde não há amor, transforma!

Teu toque forte muda a sorte de quem Te encontra

Deus, onde estás?
Eu passei por aquele palco

Vi um grande homem fardado
Que gritava ao povo: "Dinheiro!"
Sem piedade

Ah! O homem passou
E se esqueceu da dor que sangra dentro do peito

Vai onde há a dor, e cura!
Vai onde não há amor, e ama!
Vai onde há a dor, e alegra!
Vai onde não há esperança!

Traz esperança!
Faz esperança!
Traz esperança!

 

Em uma das vezes que ouvi essa música, fiquei pensando em como deve ser dura a vida de crianças pobres, perdidas nas favelas do nosso país e também no resto do mundo. Muitas são as crianças sem nome, sem futuro, sem esperança. Será que nossa religiosidade tem alguma culpa nisso?  Jesus Cristo, levava cura e alegria aonde havia dor, levava amor aonde não se podia encontrá-lo, enchia as pessoas de esperança. Sem barganhas, sem lista de regras. E nós, religiosos? Temos feito o mesmo, ou só estamos dando ouvidos aos nossos líderes pedintes de dinheiro em troca de cura para nossos próprios umbigos? Quando a enorme quantidade de templos cristãos começarão a fazer diferença nas comunidades onde estão instalados? Precisamos sair da zona de conforto e trabalhar para que o Reino do Céus chegue às pessoas necessitadas, levando amor, esperança, cura e alegria que só Jesus Cristo pode proporcionar.

Um de vocês não é meu colego

legoceia_biblia Clique para ampliar. Fonte: Verticontes.