9 de abr. de 2011

Os conflitos são inevitáveis, porém gerenciáveis

 

Existe um ditado popular que afirma: "Cada cabeça é um mundo!". Se levarmos isso para o dia a dia, veremos que é uma realidade. Basta apenas observarmos as divergências de opiniões que surgem entre pais, filhos e avôs. Mesmo que a afetividade prevaleça na família, sempre surgirá um momento em que eclodirão visões diferenciadas sobre determinados fatos que envolvam o núcleo familiar. Não se avalia aqui quem está certo ou errado, mas sim o foco está direcionado para as bagagens vivenciais que cada um traz consigo e, por isso, tornam-se únicas.

No campo corporativo, também se evidencia o convívio de profissionais que apresentam características próprias e que se formaram a partir das décadas em que nasceram. São os talentos que formam as gerações: baby-boomer, X e Y. "Na prática, os conflitos são inevitáveis, porém gerenciáveis", afirma Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das competências de liderança e preparação de equipes.

Em entrevista concedida ao RH.com.br, Shinyashiki apresenta as características dessas três gerações e como cada uma agrega valor às empresas. "Como os profissionais da geração X ficaram expostos às mudanças do mercado de trabalho por mais tempo, precisaram que se esforçar mais para atualizar competências e acompanhar as inovações corporativas", assinala. Essa entrevista é uma oportunidade, para que você faça autoavaliação e reflita se tem uma boa convivência com seus pares, principalmente, com aqueles que não fazem parte da sua geração.

Eduardo Shinyashiki apresentará a palestra em vídeo "A influência das lideranças na motivação das equipes" do 5º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos), evento 100% realizado pela internet e promovido pelo RH.com.br, no período de 12 a 27 de maio de 2011. Boa leitura!

Para ler a entrevista, clique aqui.

Fonte: Site RH.com.br

Os livros são os novos veículos de mídia?

Imagem via Best Ads

Ação promocional inovadora da agência de publicidade inglesa Iris. Uma página extra foi inserida em livros de papel e também ebooks comercializados na Inglaterra. Ela trazia uma mensagem de alerta aos fumantes. O mais interessante é que surgia de uma forma inesperada. Faltando alguns capítulos para o final do livro, o leitor se deparava com um alerta

“FIM. Se você fuma, estatisticamente a história de sua história termina 15% antes do que deveria”.

Logo em seguida, há um número de um telefone gratuito 0800 002200 para quem deseja largar o vício. Na página seguinte o livro continuava normalmente.

No primeiro mês da campanha o número de ligações subiu 23%. O custo estimado da ação foi de dois milhões. Os títulos dos livros que tinham essa página extra não foi revelado.

Se essa “moda” pega, muito em breve podemos ver outras ações do gênero. Já imaginaram o impacto desse tipo de campanha em livros para crianças e adolescentes?

Fonte: Livros e Pessoas

E eu espero que a moda pegue com muita criatividade, não só lá, como aqui também. =)

BandNews anuncia programa focado em empreendedorismo

 

A Bandeirantes anunciou nesta sexta-feira (8) que está produzindo um novo programa, que será veiculado na BandNews, com foco em empreendedorismo e micro/pequenos negócios. O Dica PME Atitude BR será apresentado pelo empresário Tiago Aguiar.

A orientação editorial é levar informações para quem sonha abrir o próprio negócio ou já é empresário, mas busca informações práticas para vencer desafios, abrangendo dicas de tecnologia, gestão e comunicação.

"As dicas são práticas e falamos sobre desafios como diferenciação de produtos, marketing de impacto e baixo custo, estabelecimento de metas, recursos humanos para quem ainda não cresceu e muitas outras", explica Aguiar.

O programa irá ao ar a partir de segunda-feira (11). Outras informações podem ser conferidas no site do programa.

Fonte: Administradores.com.br

Algo está muito errado!

 

Meu amigo Rafael Valencio enviou um e-mail sobre a tragédia acontecida no Rio de Janeiro. Clique aqui e leia o texto publicado no seu Devaneios. Abaixo, você confere minha resposta para ele e os demais copiados na mensagem:

Meu amigo, lendo sua angústia, “zilhões” de coisas passam por essa cabeça insana e coração inquieto! Tentarei aqui, com alguma dificuldade, expor algumas ideias que eu conseguir apanhar da mente com a ponta dos dedos:

A partir do momento em que se começou a valorizar a igreja (instituição), a Igreja (corpo de Cristo) deixou de exercer seu papel principal na Terra, que é a de transformar as pessoas (e o mundo) através dos preceitos do Reino de Deus. Enfatizo que essa transformação não se dá por uma lista de regras e liturgias, no controle e na tentativa de nos tornarmos seres superespirituais. Nunca seremos. Somos gente! Gente cheia de falhas, pecados, manias, vícios. A instituição e suas regras (malditas) não podem (e não devem) sufocar o amor, a gratidão, a compaixão, a alegria, a comunhão, a solidariedade, o afeto, o carinho.

E aí entra a graça de Deus. A graça que proclama a assombrosa verdade que tudo é de presente. Tudo de bom é nosso não por direito, mas meramente pela liberalidade de um Deus gracioso. Isso porque o maior de todos os presentes nos foi dado, a própria vida, olhos para ver e mãos para tocar, mente para formar ideias e coração para bater com amor. A Boa Nova do evangelho da graça grita em voz alta: somos todos mendigos, igualmente privilegiados, mas não merecedores, às portas da misericórdia de Deus! Inácio de Loyola disse que “a experiência direta de Deus é de fato graça, e basicamente não há ninguém a quem ela seja recusada”. Todos a recebem, gratuitamente. Todos!

Lutero se debatia noite adentro com a questão fundamental: de que forma o evangelho de Cristo podia ser realmente chamado de “Boa Nova” se Deus é um juiz justo que retribui aos bons e pune os perversos? Será que Jesus veio revelar essa terrível mensagem? De que forma a revelação de Deus em Cristo Jesus podia ser acuradamente chamada de “Nova”, já que o Antigo Testamento defendia o mesmo tema, ou de “Boa”, com a ameaça de punição suspensa como uma nuvem escura sobre o vale da história? Porém, como observa Jaroslav Pelikan, Lutero repentinamente chegou à percepção de que a justiça de Deus da qual Paulo fala em Romanos 1.7 (Visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá pela fé) não era a justiça pela qual Deus era justo em si mesmo (que seria uma forma passiva de justiça), mas a justiça pela qual, por causa de Jesus Cristo, Deus tornou justos os pecadores (isto é, justiça ativa) através do perdão dos pecados na justificação. Quando descobriu isso, Lutero afirmou que os próprios portões do Paraíso haviam-se aberto para ele.

Esses dois últimos parágrafos foram inspirados pela leitura que faço neste momento do livro “O evangelho maltrapilho” de Brennan Manning, publicado pela Mundo Cristão. Estou maravilhado com a leitura e recomendo a obra, vale muuuuuuito a pena! Um livro para ler com o coração e os afetos!

Quando escrevia essas palavras, Jung Mo Sung (teólogo católico e professor titular da Universidade Metodista de São Paulo, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião) “tuitava”: “Detrás de tanta gente sem saúde e comida, há um sistema econômico e político injusto. Compaixão significa também ação sócio-política”. Não basta apenas orar pelos que sofrem. Devemos sofrer suas dores também. E fazer alguma coisa para reverter o quadro triste pintado pelo capitalismo (chamado por alguns de capetalismo). Em função de poder, dinheiro e status, muitos sofrem, são excluídos, marginalizados. E daí, surgem não apenas os atiradores de escolas. Mas também todo tipo de gente fracassada, humilhada, excluída, machucada. Gente doente que gera mais gente doente. Fico pensando nas milhares de crianças e jovens que são violentadas ou morrem diariamente e que não estão na mídia como o caso da tragédia do Rio de Janeiro. Um sem número de vítimas inocentes que já virou estatística fria, apenas números. Ou seja, temos um câncer em nossa sociedade que precisa ser tratado.

Não estou dizendo aqui para sairmos às ruas fazendo uma revolução. Devemos começar com pequenas atitudes de mudança. Como o Rafah citou, Mario Quintana diz que:

"O que mata o jardim

É esse olhar vazio

De quem por ele

passar indiferente”

Devemos valorizar mais a vida e as pessoas, sair de nossas torres de marfim. Quantas vezes passamos por pessoas na rua, no elevador, na igreja, em casa, na sala de aula ou no trabalho e nem sequer olhamos para os que estão perto de nós, no cotidiano. Ou fingimos que ouvimos as pessoas, quando elas precisam de nossa atenção. Devemos começar a tocar o mundo com atitudes mais gentis, mais amorosas. Sim, eu sei que não é fácil. Devemos também saborear a vida com mais leveza. Tanta gente arrumando confusão por nada. Inacreditável, um desperdício de felicidade.  Sejamos mais pacientes, bondosos, amorosos. Mas só conseguiremos viver nesta perspectiva se aceitarmos e assimilarmos o evangelho da graça, do obstinado e furioso amor de Deus por todos nós. A partir daí, sob essa nova percepção, devemos tocar os outros com vida, como compaixão, com misericórdia, com amor, com alegria e, como resultado, transformar a sociedade na qual estamos inseridos, fazendo ser vistos os valores do Reio de Deus que está tão pertinho, pronto para se tornar realidade em nossa vida terrena. Bastamos usar o segredo da escada, um degrau de cada vez!

Brennan Manning escreveu que este evangelho não é para os  superespirituais, não é para os fortes, cujo herói é o Rambo e não Jesus, não é para os acadêmicos que aprisionam Jesus na exegese, não é para gente barulhenta e bonachona que manipula o cristianismo a ponto de torná-lo um simples apelo ao emocionalismo, não é para os místicos de capuz que querem mágica na sua religião, não é para os cristãos “aleluia”, que vivem apenas no alto da montanha e nunca visitaram o vale da desolação, não é para os destemidos que nunca derramaram lágrimas, não é para os zelotes ardentes que se gabam com o jovem rico dos evangelhos, que “guardava todos esses mandamentos desde a juventude”,  não é para os complacentes, que ostentam honras, diplomas e boas obras, crendo que já chegaram lá, não é para os legalistas, que preferem entregar o controle da alma a regras a viver em união com Jesus.  Este evangelho é para os sobrecarregados que vivem ainda mudando o peso da mala de uma mão para outra, é para os vacilantes e de joelhos fracos, que sabem que não se bastam de forma alguma e são orgulhosos demais para aceitar a esmola da graça admirável, é para os discípulos inconsistentes e instáveis cuja azeitona vive caindo para fora da empada, é para homens e mulheres pobres, fracos e pecaminosos com falhas hereditárias e talentos limitados, é para os vasos de barro que arrastam pés de argila, é para os recurvados e contundidos que sentem que sua vida é um grave desapontamento para Deus, é para gente inteligente que sabe que é estúpida, e para discípulos honestos que admitem que são canalhas.

A justificação pela graça mediante a fé significa que sou aceito por Deus como sou. As pessoas têm expressado o temor de que essa auto-aceitação pode abortar o processo de conversão em andamento e conduzir a uma vida de ociosidade e frouxidão moral. Nada poderia estar mais longe da verdade. A aceitação do eu não implica em resignar-se com o estado das coisas. Ao contrário, quanto mais plenamente aceitamos a nós mesmos, mais começamos a crescer de forma bem-sucedida. O amor é um estímulo muito superior à ameaça e à pressão. A partir daí, podemos nos amar melhor e amar também aos demais. Podemos fazer mais pelos outros sem nos preocupar com aceitação, publicidade e/ou críticas.

Por fim, eu também quero escolhas diferentes, sociedade diferente, pessoas diferentes e aceitação diferente. Descobrir um novo mundo tem sido uma aventura muito bacana, prazerosa!

Acho que isso é tudo, ou nada! Risos! =)

6 de abr. de 2011

Treinamento via Games

Dois novos jogos para capacitação de colaboradores são testados por executivos em workshop

Os jogos caíram no gosto das empresas como forma de treinar seus funcionários. Apesar do custo ainda elevado desse tipo de treinamento, a tendência é que eles representem a maioria dos projetos de educação até 2012.

Foi pensando nisso que a BR Academy, empresa de treinamento especializada na aplicação de business games, promoveu o 1° Workshop Internacional de Business Simulation, em São Paulo, no dia 31 de março, que contou com a presença de Jan Schilt, co-fundador e Presidente da GamingWorks, empresa do mercado de Business Games e Business Simulation. O objetivo era apresentar os novos jogos e simulações de negócios voltadas para o treinamento de executivos das mais diversas áreas de atuação, em especial os games Apollo 13 e Challenge of Egypt.

No primeiro jogo (Apollo 13) os participantes tinham o desafio de trazer de Executivos testam o game Challenge of Egypt (Simone Silvério)volta à Terra, e com segurança, os tripulantes de uma nave espacial. A tela mostrava a espaçonave e suas contingências. A tarefa proposta era trabalhar em equipe, em tempo hábil, e cumprir o objetivo final, exercitando habilidades de melhoria contínua, monitoramento e controle.

Na simulação de negócios do Challenge of Egypt, a equipe foi levada aos tempos do antigo Egito para criar uma organização responsável pelo projeto de construção da famosa pirâmide de Quéops. No processo, vários desafios: enchentes do Nilo, guerras, as mudanças nos desejos do Faraó. A meta foi concluir o projeto dentro do tempo, escopo, orçamento e qualidade.

Sandro Cassajuz, responsável pela Área de Tecnologia da Fundação Bradesco e aluno do workshop, destacou a praticidade e imediatismo das dinâmicas, bem como o estímulo ao aprendizado que elas oferecem: “O brasileiro é competitivo por natureza por isso os games funcionam”, disse.

Outra participante,Mônica Isushima, coordenadora de Sistemas de TI da Infraero, considerou que os jogos são extremamente inovadores, já que as simulações conseguem abordar importantes conceitos da gestão sem o apego à teoria.

O diretor-presidente da BR Academy, Antonio Dirceu de Miranda, ressaltou que os jogos rompem o estigma maçante dos treinamentos convencionais e trazem o conceito de diversão para o aprendizado corporativo. “Os conhecimentos adquiridos nessas experiências podem ser imediatamente relacionados com o dia-a-dia de trabalho e os resultados são rápidos”, afirmou Miranda.

Fonte: Você RH

Já tive a experiência de “treinar brincando” e gostei muito. Até hoje me lembro dos conceitos trabalhados. Numa realidade cada vez mais interativa, com o advento da internet, novas tecnologias e opções de entretenimento, está aí uma forma de fazer com que a capacitação dos empregados fique mais atraente".

3 de abr. de 2011

Quem diria: chocolate agora também é remédio para acne

Guloseima está sendo usada como base na preparação de alguns medicamentos manipulados

Foi-se o tempo em que chocolate era apenas uma saborosa guloseima. Agora, o doce também é base para remédios e até mesmo para medicamentos contra a acne - ele que sempre foi apontado como vilão quando o assunto eram as espinhas. Farmácias de manipulação estão preparando comprimidos com formas e sabores mais atraentes, como tabletes de chocolate. Nos Estados Unidos, a estratégia é conhecida e agrada principalmente as crianças, que consomem medicamentos que se parecem com balas, pirulitos e sorvetes. No Estado, a rede de farmácias Adriana Gomes CavalcantiMônica já manipula os remédios em formato de chocolate, do tipo amargo.
A farmacêutica Mariana Piassaroli explica que primeiro é produzida a base de chocolate - que contém cacau orgânico -, para depois acrescentar o princípio ativo usado especificamente para fortalecer unhas e cabelos e combater males como disfunção erétil e a acne. "Podemos acrescentar substâncias que vão regular a produção de sebo e com ação anti-inflamatória, evitando espinhas, por exemplo", explica a profissional. Mas a pastilha de chocolate só é feita de acordo com a prescrição médica e não vale para todo tipo enfermidade, diz a farmacêutica. "Existe uma avaliação antes porque algumas substâncias não são solúveis e não podem passar pelo processo de aquecimento. O médico também vai indicar a quantidade de miligramas em cada pastilha, que equivale a uma cápsula".

Ação do cacau

Além de ser uma forma mais saborosa de tomar remédio, muitas pesquisas já apontam que o cacau presente no chocolate tem ação antioxidante - com substâncias como o flavonóide - e de antienvelhecimento. Os amargos, que contêm mais de 50% de cacau em suas fórmulas, são os mais indicados. Mas o medicamento não promete milagres. "O resultado não é imediato, mas a longo prazo. A quantidade do ativo não pode ser muito grande, são doses menores. Funcionam como coadjuvantes nos tratamentos", diz a farmacêutica. O valor depende do tratamento. Um paciente que toma cinco pastilhas por dia, durante 30 dias, para disfunção erétil, pode gastar cerca de R$ 120.

Continue lendo a matéria aqui.

Chocólatra assumido, lembrei do monte que ganhei de aniversário. Vou ali na geladeira e já volto, rsrs!

29 de mar. de 2011

Chocolate protege o cérebro contra derrame, estresse e depressão

 

Substâncias presentes no alimento ajudam a melhorar o humor e a preservar células neurais

Para alegria de quem é adepto dos prazeres do chocolate as neurociências têm oferecido boas notícias. Pesquisas realizadas nos últimos anos mostraram que o alimento ajuda a combater o estresse e a depressão. Agora, um estudo mais recente indica que a guloseima pode proteger o cérebro também contra lesões causadas por derrame. Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriram que uma substância presente apenas no chocolate amargo (não na versão tradicional ou branca) estimula um tipo de atividade celular que resguarda os neurônios dos danos causados por acidente vascular cerebral (AVC).

No estudo realizado em camundongos e publicado no Jour nal of Cerebral Blood Flow and Metabolism, 90 minutos depois de administrarem uma pequena dose de epicatequina – nutriente encontrado no cacau –, os cientistas induziram um derrame isquêmico por meio da interrupção da irrigação sanguínea no cérebro dos animais. O resultado foi um número significativamente menor de lesões do tecido cerebral em comparação às dos roedores que passaram pelo mesmo procedimento mas sem ter recebido a dose do composto.

O interesse científico pela epicatequina surgiu com pesquisas feitas entre os índios kuna, que vivem em ilhas na costa do Panamá. A incidência de acidentes vasculares nessa população é muito baixa, o que é atribuído ao alto consumo de uma bebida escura e amarga feita à base de cacau.

Posteriormente, estudos in vitro mostraram que a epicatequina não protege diretamente as células contra lesões, mas seus metabólitos parecem ativar vias bioquímicas que fazem com que as células aumentem suas próprias defesas. O que tem surpreendido os pesquisadores é o fato de esse efeito ocorrer em resposta a doses muito baixas da substância.

Os autores alertam, porém, que os dados obtidos até agora não autorizam o consumo exagerado de chocolate amargo, que, aliás, é rico em gordura saturada. Segundo eles, as evidências abrem boas perspectivas para o desenvolvimento de uma nova droga potencialmente útil para combater doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e outros tipos de demência.

Fonte: Revista Mente e Cérebro

Fiquei felizaço com a matéria. Ganhei muitos chocolates no meu aniversário há alguns dias atrás! =)

12 de mar. de 2011

Conheça o verdadeiro pai do iPad: Hans Donner (na abertura de uma novela de 1995)

A novela  de 1995. Talvez você, leitor do Gigablog, não fosse nascido (ou era bebê demais para guardar lembranças). Vamos tentar refrescar sua memória: um dos protagonistas era o cigano Igor, papel do ator Ricardo Macchi, que tinha falas um tanto lacônicas para expressar seu amor. “Eu te amo, Daaara” era a mais famosa delas.

Pois bem, por que raios estou falando disso aqui no blog? Repare bem na abertura da novela Explode Coração (não dá para negar que Hans Donner bebe de uma fonte inesgotável de criatividade bizarra).

Depois de uma longa cena dança cigana e uma volta ao mundo, nos deparamos com um “tiozão” sentado dentro de uma sala futurista (affeeeeee).

O cara em questão segura um tablet (fino até) — e pasmem, o dispositivo com tela sensível ao toque até “materializa” uma cigana.

Então, C.Q.D, Hans Donner, artista gráfico da TV Globo, foi quem realmente inventou o que viria a ser o iPad, tablet mais bem-sucedido da face da Terra e que, nesta sexta, chega em sua segunda versão às lojas dos EUA com força total.

Claro que não, caro Gigabloger!

Mas a piada esteve rolando no Twitter e você não podia deixar de perder essa.

Assista ao vídeo, na íntegra (tortuuuuuura):

Fonte: Gigablog

17 de jan. de 2011

Evangélicos fazem a diferença no momento da tragédia, afirma jornal

 

Silas Malafaia vende seu avião e compra mantimentos para as vítimas da tragédia na Serra do Rio Janeiro.

Bancada evangélica ameaça trancar a pauta de votação do congresso até que sejam tomadas medidas definitivas para evitar outras tragédias como esta.

RR Soares reverte as receitas dos carnês de patrocinadores para os desabrigados das tragédias. MANCHETES

Apóstolo Estevam e Bispa Sônia desviam a Marcha para Jesus para a Serra Fluminense e a renomeiam "Marcha Por Jesus!", uma multidão a serviço da vontade do Senhor Jesus junto ao seu povo sofrido.

Bola de Neve TV não passa campeonato de surf ou skate sábado a noite para divulgar locais de doações e voluntariado para atuar na serra fluminense.

Valdemiro Santiago coloca seus dois helicópteros a disposição das equipes de resgate e sai a campo com seus bispos para levar seus estoques de água 100% Jesus às vitimas.

Edir Macedo, mesmo não sendo cristão, desiste da construção de seu templo de Salomão e doa o material de construção para o reparo dos que perderam tudo. 

Rene Terra Nova faz um ato profético em favor das vítimas: Vai ao banco e transfere o dinheiro arrecadado para a Festa dos Tabernáculos para a conta da Cruz Vermelha, para que esta compre tendas e alimentos para os desabrigados.

Bispo Rodovalho troca as emendas que fez para festas no Ministério do Turismo por verbas emergenciais para os desabrigados.

Ana Paula Valadão recebe uma revelação de que há um tripé sobre a Serra do Rio de solidariedade, amor ao próximo e humildade e decide realizar três shows com renda revertida aos desabrigados.

Todas as igrejas evangélicas do Rio de Janeiro interrompem seus serviços internos e abrem seus espaços aos desabrigados, enquanto seus membros ajudam no consolo dos que perderam tudo.

O pastor da igreja protestante tradicional justifica: Neste momento, não há nada que glorifique mais o Senhor do que isto.

Oremos para que um dia ao menos uma ou duas destas manchetes não soem como piada ou provocação, mas como coisa natural entre o povo de Deus.

Fonte: Genizah

Infelizmente, sei que isso está um pouco distante da realidade, mas meu coração está feliz pelas iniciativas que estão acontecendo. Várias igrejas estão se reunindo e enviando ajuda para os desabrigados. Este é o Evangelho que faz a diferença! Como disse Ariovaldo Ramos em um artigo publicado no site da Ultimato: na tragédia cabe à igreja três ações: profética, denunciando; sacerdotal, intercedendo; diaconal, boas obras.

26 de dez. de 2010

Estudo diz que um copo de cerveja por dia faz bem à saúde

 

Bebida ajuda a combater anemia e a prevenir doenças cardiovasculares

Um estudo da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) revelou que um copo de cerveja por dia faz bem à saúde. De acordo com a pesquisa, a bebida ajuda no combate à anemia e na prevenção de doenças cardiovasculares.

As conclusões são de Helena Godói, professora de farmácia da universidade. De acordo com ela, o componente encontrado na cerveja traria a longevidade. Helena afirma que o malte e outros ingredientes adicionados no preparado também do chope ajudam a retardar o envelhecimento.

Outras bebidas, como o suco luz do sol, à base de legumes, também trazem benefícios à saúde. O suco, muito apreciado entre os famosos, ajuda a emagrecer, a reduzir a taxa de açúcar no sangue e, a amenizar o mau hálito. Na lista dos ingredientes no preparo da bebida estão couve, maçã, cenoura, hortelã e alface. Uns fazem cara feia para o sabor da bebida, já outros já a aprovam e adoram.

Fonte: R7

24 de dez. de 2010

Um cordel sobre o Natal

 

O Nascimento de Jesus, Um Cordel sobre o Natal.

Ano passado esse vídeo foi publicado aqui. Vale a pena ver de novo! Feliz Natal e um ano novo cheio da graça de Deus! =)

Textos: Euriano Sales. Ilustrações: Meg Banhos. Locução e Edição: Euriano Sales. Trilha: Sa Grama.

Fonte: Youtube

29 de nov. de 2010

Das trevas para a sub-cultura evangélica, da sub-cultura evangélica para a liberdade!

Osmar Gomes

Quando a Bíblia diz que foi para a liberdade que fomos libertados parece redundante, não? Mas me conhecendo e conhecendo bem o ser humano vejo que a redundância é só uma estratégia para nos livrar de um vício que nos ronda e que não é espiritual, o de sermos escravos.

É maravilhoso ver o evangelho de Jesus sendo adotado nas mais diversas culturas, redimindos estas, transformando em belo sem descarecterizar a sua diversidade. Deixem-me dar um  exemplo. Em 2006, quando estava no Haggai, pude ver a apresentação dos nosso irmãos africanos adorando a Deus com suas danças e cantos tribais. Por um segundo quase fui levado a me fechar e comparar aquele movimento a um terreiro de macumba. Ser livre não é fácil.

Talvez a escravidão mais perigosa a que somos atraídos é a da religiosidade. Pois ela tem aparência de piedade e de santidade, mas não passa de um escudo que esconde quem realmente somos. A religiosidade é imperdoável, Jesus não aliviou com os religiosos. Fato é, que adoramos criar uma “sub-cultura” dentro das nossas culturas para dizer que estamos mais perto de Deus.

Na verdade tenho pena de quem ainda não experimentou a beleza de viver além dos limites que nós mesmo criamos e que Deus, ou a Bíblia nunca nos impôs. Achei que o livro do Ricardo Gondim É proibido – O que a Bíblia permite e que a Igreja proíbe já estava batido, mas não. A maldita religiosidade sempre quer nos pegar e nos acorrentar. Passo a dar-lhe alguns exemplos que com certeza chocarão alguns, mas é o propósito do post mesmo.

Aquele papo de música do mundo. Não aguento mais ter que responder isto, escrevi um post há uns 2 anos falando disso, mas a impressão que tenho é que as pessoas, no fundo, querem ser proibidas de ouvirem o que gostam para poderem se abster de algo e assim se sentirem mais santas. Quanta culpa eu já senti por gostar de ouvir Guns n’ Roses. Culpa do inferno. Não digo que não foi importante na minha adolescência me abster até que aperfeiçoasse meu filtro de qualidade musical e moral. Mas Hebreus 5 diz que precisamos crescer, urgentemente!

Ou quando ia a casamentos e me pegava batendo o pé no ritmo de ABBA e Queen, músicas que não podem faltar em qualquer festa, e novamente a maldita culpa tentava me acorrentar de cantar junto as lindas canções de uma criatividade que só pode ter sido dada por Deus. Goste você ou não, só Deus pode produzir beleza, e quando um músico faz algo belo, por mais “demoníaco” que pareça, ele está revelando uma beleza divina. Goste você ou não.

As gravadoras gospel lançaram esta bobagem de músicas “secular” e “evangélica” para vender mais albuns. Não existe tal coisa, existe música boa e música ruim e ponto final. Mas o religioso não consegue ver beleza fora do seu arraial, o religioso está com suas lentes distorcidas e preconceituosas desqualificando o tempo todo o que não é parecido consigo e com o seu gosto pessoal. Mas como já disse, tenho pena, pois ainda é escravo da sub-cultura evangélica. Precisa de libertação.

Não digo que não é sincero e que muitos destes só querem de fato agradar a Deus, mas não desfaz meu argumento de que podem experimentar algo maior, e o mais importante, deixar a culpa para traz. Não estou dizendo com isto que não há limites, é claro que há, precisamos de limites que nos protegem daquilo que não podemos controlar. Mas o nosso chamado não é para rechaçar toda cultura que não seja “cristã”, mas redimir a cultura que estamos inseridos em algo belo, em algo divino.

Estou farto de crentes que não bebem, não fumam e não dançam, mas são avarentos, mentirosos, fofoqueiros, orgulhosos, soberbos, julgadores. Se acham melhores porque sabem falar o maldito evangeliquês, saibam que este dialeto evangélico soa muito mal aos nosso amigos não cristãos e só nos afastam deles. Quer ganhá-los para Jesus? Faça como Cristo, ande com eles, faça o que eles fazem e fale do jeito deles! Fique tranquilo, se você estiver cheio do Espírito, Ele não vai deixar você pecar ou mesmo escandalizar ninguém. Mas ficar dentro desta bolha que aqui chamei de sub-cultura evangélica, não vai resolver!

Falei na mensagem ontem em minha igreja que as pessoas estão casnsadas de discursos, elas anseiam ver algo diferente em nós, e isso não se aplica a roupa diferente, música diferente ou mesmo um dialeto diferente, mas um coração diferente. Um coração amoroso, compassivo, acolhedor, que abraça o diferente, que procura Deus fora de seus domínios (pois Deus não está preso aos nossos domínios) e que se coloca ao lado, nunca acima, assim como Jesus fez.

Eu sei que este post ficou com cara de #prontofalei. Mas acho que é isso mesmo. Ser livre é bom demais! E ser livre não é pecado, é plano de Deus.

Fonte: Osmar Gomes via Pavablog