Foi edificante nossa primeira celebração de aniversário. Estamos festejando 8 anos de organização e ajudando a contar o tempo e a história da Igreja de Cristo na Terra, que foi fundada há mais de 2.000 anos.
Nas palavras do professor, amigo e pastor Antônio Geraldo, fazemos parte da família da graça, possível através da entrega a Jesus Cristo, Senhor da Igreja. E viver sob o senhorio de Cristo é a forma mais significante de viver. O resto é apenas existir!
Faça parte desta história! Entre em contato e saiba como.
Fiquem todos com Deus!
28 de jun. de 2008
27 de jun. de 2008
Parabéns!
"A igreja é o conceito mais magnífico jamais criado. Sobreviveu a abusos persistentes, terrível perseguição e foi negligenciada em larga escala. A despeito das falhas (devido a nossa iniqüidade), ainda é o instrumento escolhido por Deus para abençoar e o tem sido por 2 mil anos". (Rick Warren)E é nesta esperança que tenho satisfação de fazer parte da Assembléia de Deus Fonte de Vida. Nos próximos dias 28 e 29 de junho estaremos celebrando nossos 8 anos de existência. Sabemos que temos muito o que fazer e conquistar ainda, porém temos muito motivos para comemorar nossa caminhada até aqui. Foram momentos de muitas lutas, vitórias, tristezas, alegrias... momentos que estão construindo a nossa história aqui na Terra até o dia que encontraremos com Cristo para viver com Ele eternamente, na certeza do dever cumprido!
Parabéns para toda família Fonte de Vida!
25 de jun. de 2008
Cuma? (1)
Você já esteve numa finisterra?
finisterra
fi.nis.ter.ra
sf (lat finis+terra) Cabo que termina uma região ou parte conhecida dela.
finisterra
fi.nis.ter.ra
sf (lat finis+terra) Cabo que termina uma região ou parte conhecida dela.
Ruth Cardoso: Uma Mulher de luz própria
Criticar os vivos e exaltar os mortos sempre foi uma tônica do ser humano. A morte serve para calar a arrogância, acabar com as vaidades, silenciar a impetuosidade, e acima de tudo, exaltar as qualidades quando elas realmente existem. Com a morte cessa as atividades do ser humano em si, não a sua obra, principalmente, quando a sua obra é de relevância para o ser humano.
O único ser perfeito é Deus, por isso, Ele é intangível. Os mortais são imperfeitos, ou melhor, são seres em busca de perfeição, e buscando a perfeição, tentam se aproximarem de Deus. Por não sermos deuses, somos chamados de mortais, e através da morte, somos todos iguais. Depois da morte a obra humana vem à tona, ou seja, ela é mostrada assim como ela é e não como o seu autor gostaria que fosse. A morte é o despir das vaidades e a revelação das verdades.
A senhora Ruth Correa Leite Cardoso, mais conhecida como ex-primeira-dama Ruth Cardoso, uma Doutora em Antropologia que não usava o pomposo pronome de tratamento doutora. Uma mulher culta, que falava vários idiomas, que lecionou em universidades brasileiras, chilenas, francesas e americanas. Uma mulher muito a frente do seu tempo, que escolheu os estudos e trabalhos à acomodação e a fama, tão em voga em sua época.
A quem a critique, pois, como primeira-dama, e dada a sua enorme formação, o seu legado foi muito pequeno. A sua criação “A Comunidade Solidária” foi o embrião de muita coisa que hoje é exaltado por ai. A principal obra de da Doutora Ruth Cardoso não foi a sua discreta passagem como primeira-dama, aliás, antes de ser primeira-dama, ela foi uma intelectual, num país que pouco valoriza os seus intelectuais, sim, o a sua maior obra foi o legado à Antropologia Brasileira. Ruth foi uma das poucas primeiras-damas que não necessitou da luz do marido Chefe de Estado e de Governo para fazer brilhar a sua. Ela possuía a sua própria luz acesa na fogueira do estudo e do trabalho. Ela exerceu a sua grandeza com muita simplicidade, sem alardes, assim como fizeram os grandes intelectuais que serviram à humanidade.
O único ser perfeito é Deus, por isso, Ele é intangível. Os mortais são imperfeitos, ou melhor, são seres em busca de perfeição, e buscando a perfeição, tentam se aproximarem de Deus. Por não sermos deuses, somos chamados de mortais, e através da morte, somos todos iguais. Depois da morte a obra humana vem à tona, ou seja, ela é mostrada assim como ela é e não como o seu autor gostaria que fosse. A morte é o despir das vaidades e a revelação das verdades.
A senhora Ruth Correa Leite Cardoso, mais conhecida como ex-primeira-dama Ruth Cardoso, uma Doutora em Antropologia que não usava o pomposo pronome de tratamento doutora. Uma mulher culta, que falava vários idiomas, que lecionou em universidades brasileiras, chilenas, francesas e americanas. Uma mulher muito a frente do seu tempo, que escolheu os estudos e trabalhos à acomodação e a fama, tão em voga em sua época.
A quem a critique, pois, como primeira-dama, e dada a sua enorme formação, o seu legado foi muito pequeno. A sua criação “A Comunidade Solidária” foi o embrião de muita coisa que hoje é exaltado por ai. A principal obra de da Doutora Ruth Cardoso não foi a sua discreta passagem como primeira-dama, aliás, antes de ser primeira-dama, ela foi uma intelectual, num país que pouco valoriza os seus intelectuais, sim, o a sua maior obra foi o legado à Antropologia Brasileira. Ruth foi uma das poucas primeiras-damas que não necessitou da luz do marido Chefe de Estado e de Governo para fazer brilhar a sua. Ela possuía a sua própria luz acesa na fogueira do estudo e do trabalho. Ela exerceu a sua grandeza com muita simplicidade, sem alardes, assim como fizeram os grandes intelectuais que serviram à humanidade.
Roberto Pelegrino
Publicado no Recanto das Letras em 24/06/2008
O problema é seu!
Problema, todo mundo tem. O problema é: o que fazemos com os problemas?
Um bom começo é falar grego. Porque foram os antigos gregos, havia três mil anos, que inventaram a palavra problema. A tradução literal de problema é "passar adiante". Os gregos, sábios como eram, perceberam que problemas nunca são resolvidos. São apenas transferidos de uma pessoa a outra.
Por exemplo, uma empresa com problemas de custo dispensa cinqüenta funcionários. Ela não resolveu o problema, o que fez foi transferir o problema para os cinqüenta dispensados. Que, com o dinheiro mais curto para as despesas do mês, vão parar de comprar biscoito de chocolate. E aí o problema passa a ser da fábrica de biscoito de chocolate, que vai ficar com estoque sobrando no final do mês. Que vai dispensar vinte funcionários. E a ciranda não tem fim.
Problema, portanto, é qualquer situação que ainda não conseguimos transferir para alguém. Mas o pior mesmo é que muita gente perde um tempão remoendo pequenos problemas. Porque o risco, nesse caso, é que um pequeno problema muitas vezes impede a gente de enxergar um grande problema.
Para ilustrar, aqui vai uma historinha exemplar. O César, um conhecido meu, era gerente de vendas de uma empresa de fotocopiadoras. Na época, o César era fumante. A empresa dele, como toda multinacional consciente dos malefícios do fumo, havia proibido o tabagismo no prédio inteiro.
Um bom começo é falar grego. Porque foram os antigos gregos, havia três mil anos, que inventaram a palavra problema. A tradução literal de problema é "passar adiante". Os gregos, sábios como eram, perceberam que problemas nunca são resolvidos. São apenas transferidos de uma pessoa a outra.
Por exemplo, uma empresa com problemas de custo dispensa cinqüenta funcionários. Ela não resolveu o problema, o que fez foi transferir o problema para os cinqüenta dispensados. Que, com o dinheiro mais curto para as despesas do mês, vão parar de comprar biscoito de chocolate. E aí o problema passa a ser da fábrica de biscoito de chocolate, que vai ficar com estoque sobrando no final do mês. Que vai dispensar vinte funcionários. E a ciranda não tem fim.
Problema, portanto, é qualquer situação que ainda não conseguimos transferir para alguém. Mas o pior mesmo é que muita gente perde um tempão remoendo pequenos problemas. Porque o risco, nesse caso, é que um pequeno problema muitas vezes impede a gente de enxergar um grande problema.
Para ilustrar, aqui vai uma historinha exemplar. O César, um conhecido meu, era gerente de vendas de uma empresa de fotocopiadoras. Na época, o César era fumante. A empresa dele, como toda multinacional consciente dos malefícios do fumo, havia proibido o tabagismo no prédio inteiro.
O César, então, tinha um problema. Em qualquer lugar do prédio que ia, e em cada sala que entrava, sempre dava de cara com aqueles cartazes de "Proibido fumar". Até que, um dia, César precisou visitar um cliente muito importante, fabricante de cigarros. O César não perdeu a chance de dizer a seus colegas xiitas que, finalmente iria conseguir passar um dia bem longe da ditadura daqueles cartazes de "Proibido fumar".
Quando chegou à empresa de cigarros, satisfeito da vida, o César subiu uma escada e deu de cara com um enorme cartaz: "Proibido tirar cópias". O César pensou que tinha um problema, mas tinha dois: o que ele não havia transferido pra ninguém e o que estava sendo transferido para ele.
Por isso, se você está saindo de casa com um problema, faça como os gregos: passe adiante. Porque nesse momento, não tenha dúvida, muita gente está pensando em passar algum problema para você.
Quando chegou à empresa de cigarros, satisfeito da vida, o César subiu uma escada e deu de cara com um enorme cartaz: "Proibido tirar cópias". O César pensou que tinha um problema, mas tinha dois: o que ele não havia transferido pra ninguém e o que estava sendo transferido para ele.
Por isso, se você está saindo de casa com um problema, faça como os gregos: passe adiante. Porque nesse momento, não tenha dúvida, muita gente está pensando em passar algum problema para você.
Texto "A simplicidade de um problema", extraído do livro "Clássicos do Mundo Corporativo" de Max Gehringer.
24 de jun. de 2008
As dez mais de 24 de junho
2. Caso VarigLog: as conversas de Lula e Teixeira
3. Desmatamento na Amazônia em alta: alguma novidade?
4. Motoristas alcoolizados vão para a cadeia
5. Os deputados caem no forró
6. Juízes serão avaliados por produtividade
7. O Zimbábue na mira da ONU
8. AL lida melhor com a inflação que a Ásia
9. Pentágono diz que o Irã continua abastecendo xiitas iraquianos
10. McCain, o amigo do etanol brasileiro
Fonte: O Filtro
Boiadeiros e psicanalistas
"Boiadeiro usa laço de couro pra pegar vaca em disparada. Psicalista usa laço de palavras pra pegar idéias em disparada".
Trecho extraído do livro "Pensamentos que penso quando não estou pensando", de Rubem Alves.
Trecho extraído do livro "Pensamentos que penso quando não estou pensando", de Rubem Alves.
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