1 de fev de 2014

Tempo é (só) dinheiro?

O mês de janeiro chegou ao fim e muitas pessoas se pegam assustadas com a sensação que de ele passou muito rápido. É comum ouvir a expressão “a virada foi ontem” ou “já estamos em fevereiro”. Há aqueles que se sentem frustrados, pois começam a perceber que muitas das resoluções de ano novo não passam de apenas boas intenções, ou seja, nenhuma ação foi realizada para colocá-las em prática.

É fato que temos a impressão de que o tempo está passando muito rápido. Mas será que os ponteiros do relógio estão realmente andando mais afobados? Ou seria somente uma impressão, em virtude das infinitas possibilidades que nos distraem, das novas formas de acesso à informação, de entretenimento e de interações sociais?

Diante desse cenário, devemos tomar atitudes mais positivas e pró-ativas, pois se deixarmos nossas resoluções de ano novo ou nossos projetos à deriva do barco do acaso, eles serão naufragados pelo cotidiano.  Certa vez, Eugenio Mussak postou em seu perfil no Facebook: “Sem vontade, disciplina e atitude, corremos o risco de desperdiçar os melhores momentos...”. A lendária banda Legião Urbana tem uma música que diz que “todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo, temos todo o tempo do mundo”. Portanto, devemos estar atentos e administrar esse tempo, não só para ganhar dinheiro, mas também para buscar realização, equilíbrio de vida e outras coisas que nos são preciosas.

Para não ser perder em coisas circunstanciais, é necessário definir o que é importante, pois não adianta optar pelo outro extremo de querer fazer tudo, pois é possível que você acabará não fazendo (quase) nada. Liste aquilo que é fundamental e defina três ou quatro metas para um período de um ano. Resista à vontade de fazer uma lista grande de coisas e que (talvez) nunca serão realizadas. Depois da escolha dos itens, escreva um plano de ação para cada um deles e defina indicadores para verificar o cumprimento dos planos.

O grande Mário Quintana escreveu sua visão de vida e tempo no poema “O Tempo”:

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Ainda temos muito tempo, neste ano, o suficiente para cultivar as boas lembranças do passado, eternizar instantes do presente e planejar o futuro. Aproveite, pois o tempo passa, inevitavelmente, para todos!

26 de fev de 2013

200 países, 200 anos, 4 minutos


O professor sueco Hans Rosling já utilizou algumas vezes linguagem visual para apresentar um conjunto de informações de uma forma mais interessante e didática (TED). Dessa vez ele utiliza recursos de animação gráfica e mostra como se deu o desenvolvimento de 200 países durante 200 anos em 4 minutos.

Vi no Youtube.

Tente outra vez


A vida nos apresenta situações de conflitos paradoxais. O “não sei se vou ou se fico” representa bem certos momentos que nos exigem decisão e, mais que isso, atitudes.

Tais atitudes, por vezes, podem  causar desconforto de início, até um pouco de dor, talvez, mas sabemos que, para o futuro, em função até mesmo de decisões e atitudes alheias anteriores, causa motriz (e "mortis") de certos dilemas, será o melhor a fazer.

Preciso é encontrar forças suficientes para enfrentar tamanho desafio. Algo que parece um precipício intransponível, pode ser apenas um pequeno buraco a ser saltado e deixado para trás.

Algumas perdas agora podem revelar grandes ganhos no futuro. É viver e crer para ver.


23 de fev de 2013

Vida que segue



Fisicamente, ando nas calçadas, onde as pessoas vem e vão.

Metafisicamente, os pensamentos voam, nesta ou naquela direção.

Seja onde e como for,  a riqueza de detalhes, cores, sabores e gostos é assustadoramente grande, muitas opções.

Quais possibilidades avaliar? Quais caminhos trilhar? Quais escolhas fazer? Eis as questões.

Nisso tudo, uma única certeza: é necessário prosseguir.

7 de jun de 2012

É a vida, é bonita e é bonita...

O Minoru Raphael, autor do blog Minorulândia, postou o texto "100 coisas bonitas" (clique para ler) e, ao final do mesmo, ele pergunta: O que você acha bonito? Resolvi tentar responder. A seguir, algumas possíbilidades de respostas. A lista pode chegar ao infinito...

Bonito é...
... ganhar um beijo doce da mãe na hora de dormir, mesmo sendo você um cavalo velho;
... ver a lua dourada saindo do mar da costa do Espírito Santo e chegar ao céu branquinha;
... entrar em um coletivo pela manhã, saudar o motorista e o trocador e ganhar de volta um sonoro “bom dia”;
... ter a sensação de que o universo parou, ao estar junto com uma pessoa amada;
... atender ao pedido de uma pessoa que trabalha em outro departamento e receber um agradecimento muito especial, mesmo sendo aquela sua atividade;
... pegar uma chuva a caminho de casa e, desprovido de guarda-chuva, aproveitar o banho refrescante;
... sentir cheiro de terra molhada pela chuva, morando uma quase selva de pedra;
... ouvir uma música e lembrar de pessoas e momentos especiais;
... dar pequenos mimos para as pessoas e não esperar nada em troca, apenas para vê-las com um sorriso no rosto;
... conhecer uma pessoa e ter a sensação, de início, que a conhece há anos;
... ter amigos mais chegados do que irmãos;
... receber torpedos com a frase: “amo você daqui à lua, ida e volta” ou “amo mais que chocolate”;
... ouvir de alguém: “lembrei de você”;
... ser considerado um amigo importante e guardar segredos confiados;
... trocas demoradas de olhares;
... ter amigos de verdade, mesmo quando nunca os viu pessoalmente;
... papear gostosamente por horas a fio;
... sentir saudade, mesmo depois de estar com uma pessoa especial;
... escrever uma lista infindável de coisas bonitas.

Como disse o mestre Gonzaguinha: “É a vida, é bonita e é bonita...”. Não devemos ter vergonha de sermos felizes e vivermos a vida, pois ela é bonita!

E você? O que acha bonito? Comente! =)

8 de jun de 2011

A esperança é uma mentira?

Até que ponto devemos nutrir a esperança sem que ela nos paralise e nos impeça de tomar outro caminho? Será que a esperança é boa apenas quando está fundamentada em probabilidades concretas, ou ela é boa em sim mesma por ser como uma tocha que, antes de apagar, nos permite encontrar um caminho? Há defensores para as ambas alternativas.

Zé Rodrix compôs e Elis Regina imortalizou, em Caso no Campo: “eu quero a esperança de óculos / e um filho de cuca legal / eu quero plantar e colher com a mão…”. O próprio autor confirma que, em sua imaginação, a esperança é como ele: míope. E ele não a quer a não ser que ela use óculos, como ele, para corrigir o equívoco e colocar a realidade no lugar.

Post escrito com um pequeno trecho do livro “Caminhos da Mudança” de Eugenio Mussak. Para informações, clique aqui. Leitura recomendadíssima! =)

7 de mai de 2011

Morador fecha Rodovia do Contorno de novo

O protesto foi feito por moradores de Flexal 2, que pedem de segurança a quadra de esportes

A Rodovia do Contorno ficou totalmente fechada por quatro horas ontem pela manhã, na altura do bairro Flexal 2, em Cariacica, por conta de um protesto de moradores, que atearam fogo em galhos de árvores e em pneus em pleno asfalto. O congestionamento, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), chegou a seis quilômetros em cada sentido.

A população pede, entre outras coisas, o cumprimento das promessas feitas à comunidade como a instalação de passarelas para travessia de pedestres e a abertura na divisão da rodovia. Eles ainda querem uma unidade de saúde no bairro, o calçamento das ruas e mais linhas de ônibus para atender à população. A criação de um campo de futebol está entre as reivindicações.

No meio da fumaça gerada pela qimageueima de galhos e pneus, chamava atenção a figura da moradora Rosilda Moreira, 47 anos, fantasiada do personagem bíblico Moisés, que criou uma espécie de "tábua dos dez mandamentos", com as reivindicações feitas pelos moradores.

À tarde, os manifestantes e reuniram com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Halpher Luiggi, junto com representantes da Prefeitura de Cariacica para discutir as reivindicações. Halpher prometeu enviar engenheiros ao bairro hoje para iniciarem os estudos de instalação de semáforos e de redutores de velocidade e, para longo prazo, outras melhorias da estrutura da rodovia para trânsito de pedestres.

Vila Velha

Na Rodovia do Sol, moradores da região da Ponta da Fruta interromperam o trânsito no início da noite. Os manifestantes atearam fogo em pneus para bloquear o fluxo no sentido Guarapari-Vila Velha. De acordo com moradores, o protesto é realizado por que várias ruas do bairro continuam alagadas por causa das chuvas que atingiram a Grande Vitória na semana passada.

Fonte: Gazeta Online

Apelar para Moisés foi muito criativo, rs. Confira os mandamentos das duas “tábuas” da D. Rosilda:

I – Construirás posto de saúde e o CRAS. II – Entregarás as escrituras dos terrenos. III – Atentarás para a Rod. do Contorno. IV – Construirás muros de arrimo nas encostas. V – Reformarás o campo do Apolo. VI – Farás um asfalto descente. VII – Trarás mais linhas de ônibus. VIII – Trarás Correios e Internet.  IX – Construirás Escolas de Ensino Médio. X – Não nos farás de PALHAÇO"!

Em viturde das últimas chuvas na Grande Vitória, não vai demorar muito para aparecer algum manifestante na Arca de Noé, rs!

6 de mai de 2011

Igreja é condenada a indenizar vizinho após vaca morrer de susto

 

Rojões foram usados em inauguração de sede de templo de Santo Daime. Animal teve estresse, abortou e morreu dois dias após o evento.

A Igreja do Céu do Cruzeiro Iluminado, que realiza cultos do Santo Daime em Braço Norte (SC), foi condenada a indenizar o agricultor Ivandro Rodrigues Souza, 43 anos, em R$ 2,8 mil pela morte da vaca que ele criava em seu sítio, vizinho ao estabelecimento religioso. O animal morreu de susto após o estouro de fogos de artifício em um culto do templo, em julho de 2006, de acordo com a decisão da 3ª Câmara de Direito Civil de Santa Catarina, divulgada nesta terça-feira (3). Cabe recurso junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O valor da indenização deve ser corrigido a partir de 31 de maio de 2004, data da compra do animal, acrescido de juros de 1% ao mês até a data da morte do animal. Segundo o agricultor, a vaca estava prenha. "Eu crio gado de corte da raça Guzerá. A vaca estava com um bezerro que seria colocado em minha criação de gado de corte."

No processo, ele afirmou que os responsáveis pela igreja soltaram rojões, que assustaram a vaca. "Ela saiu correndo, pulou uma cerca, quebrou a porteira. Ela estava sadia até este dia, mas acabou abortando dois dias depois e morreu em seguida", disse o agricultor.

O relator do processo, o desembargador substituto Saul Steil, entendeu que os fatos foram efetivamente comprovados, já que representantes da igreja confirmaram ter queimado duas caixas de fogos de artifício naquela ocasião. No texto, Steil destacou, ainda, que o autor demonstrou a posse do animal e que laudos veterinários comprovaram estresse decorrente de susto, sem constatar qualquer doença infectocontagiosa.

Na apelação, os advogados da igreja argumentaram que a instituição é religiosa, filosófica e beneficente, que realiza práticas esotéricas do Santo Daime, com uso de medicina alternativa e preventiva. Os cultos eram realizados quinzenalmente com objetivo de ajudar crianças, toxicômanos, alcoólatras e doentes. Sobre os fogos, os advogados argumentaram que foram usados na inauguração da nova sede da igreja.

O agricultor disse que a igreja não funciona mais no local, que fica a cerca de cinco quilômetros do Centro da cidade. A advogada Gianna Schmidt Siqueira, que defende os responsáveis pela igreja, disse saber da decisão, mas que vai esperar a publicação da sentença para avaliar as medidas a serem adotadas. "Estou chocada com a decisão".

Fonte: Gazeta Online

Oi? Vaca louca?

2 de mai de 2011

Ganhei nova fé

Ricardo Gondim

Recebo muitos pedidos para que volte e ser o "Ricardo de antigamente". Impossível voltar ao passado e mais impossível ainda, vestir os andrajos que o tempo corroeu. Muitas coisas perderam ímpeto dentro de mim. Hoje, algumas afirmações se esvaziam antes mesmo de alcançarem meu coração. Certas concepções já não fazem sentido quando organizo a minha existência.

Ganhei nova fé.  Não acredito mais na fé como força dirigida a Deus que o induz a agir. Entendo a verdadeira fé como coragem para enfrentar a existência com os valores de Jesus de Nazaré.  Fé significa que a verdade vivida e revelada por Cristo basta para que eu encare as contingências do mundo sem desumanizar-me. Minha fé não pretende movimentar o Divino, mas ser pedra de arranque onde impulsiono a caminhada na deslumbrante (e perigosa) aventura de viver.

Já não espero que uma relação com Deus me blinde de percalços. Não acredito, e nem quero, Deus me revestindo com uma armadura impenetrável. Considero um despautério prometer, em meio a tanto sofrimento, que os obedientes e puros passarão pela existência incólumes, sem sofrerem doenças, acidentes, violência.

Ganhei nova fé e considero leviano afirmar que ao orar, mulheres pouparão os filhos de se envolverem com drogas, promiscuidade e outros males. Por que Deus ficaria de mãos atadas ou indiferente diante das opções, muitas vezes atrapalhadas, de rapazes e moças? Seria justo afirmar que se os pais não vigiarem, Deus permitirá a perdição eterna dos filhos? Como Deus induz alguém a se arrepender? Ele força e arrasta, em resposta ao pedido dos pais? Não seria mais responsável ensinar que a "salvação" dos filhos não depende tanto de uma intervenção divina, mas do exemplo dos pais?

Tanto na Bíblia hebraica, o Antigo Testamento, como no ministério terreno de Jesus, há relatos de que Deus se recusa a manipular e coagir para trazer qualquer pessoa para si. Deus é amor. Quem ama se faz vulnerável ao abandono. Um exemplo clássico vem do profeta Oséias que encarnou repudio semelhante ao de Iahvé.

Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei o meu filho. Mas, quanto mais eu o chamava mais eles se afastavam de mim (11.1).

No Evangelho de Lucas, Jesus lamentou sobre a cidade de Jerusalém que, além de repetir o antigo hábito de perseguir os profetas, agora o rejeitava:

Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram! (13.34).

Ganhei nova fé e deixei de acreditar que os que cumprem ritos religiosos vivem um céu de brigadeiro. Não imagino que, ao obedecer corretamente os mandamentos, o mar da vida pare de ser arriscado.

Ganhei uma fé que não precisa orar de olhos fechados, debulhar terços em rezas, pedir ajoelhado, fazer campanhas, interceder ferozmente em vigílias e clamar aos gritos. Sei que o paganismo rodopia nessa lógica, mas agora entendo que Cristo a negou. As vãs repetições acabam expressando a voracidade de uma espiritualidade que contempla ganhar o que outros mortais não conseguiram. Considero esse tipo de devoção puro clientelismo. Murros em ponta de faca, que misturam ilusão com uma esperança bem parecida com os anseios da tartaruga que sonha com as alturas, mas é obrigada a respirar o pó da estrada.

Ganhei uma fé com demandas éticas. Não seria indigno um cristão pedir que Deus lhe ajude a passar em concurso público? Sim, esse tipo de oportunismo em nome de Deus é aberração ética. Em uma enconomia como a latino americana que gera excluídos, não cabe rogar que “o Senhor abra uma porta de emprego”. Não faz sentido conceber que o Todo Poderoso esteja, não se sabe por quais critérios, a recolocar seus eleitos no mercado de trabalho. Ganhei uma fé que luta por mais justiça nos chamados países emergentes, com bolsões miseráveis, onde bilhões sobrevivem com menos de 1 dólar por dia.

Já me indispus com grandes segmentos religiosos. Noto, sim, as idealizações de um movimento que deseja ser tratado como o próprio reino de Deus. Inundado de insinuações de que estou em crise, crisolo, mudo de pele, revisto-me de maturidade. Repito o padrão paulino: "deixo as coisas de menino". Sei que muitos jargões piedosos cumprem o papel ideológico de afastar as pessoas da realidade empurrando-as para o delírio religioso. Mas nesse caso religião e ópio são iguais.

Soli Deo Gloria

Fonte: Site do autor.

Há 10 anos, quando decidi voltar a congregar em uma comunidade de fé, após também 10 anos fora do arraial religioso, comecei a querer entender um pouco mais sobre minha fé. Entendê-la, explicá-la. Desencorajado por muitos, ainda assim fui procurar algumas respostas na teologia, matriculei-me em um seminário, onde fiz graduação e uma especialização. De lá, onde tive o prazer de ouvir o Ricardo Gondim ao vivo, numa sequência de várias ótimas palestras, trago um valioso ensinamento: deixar de procurar respostas e aprender a fazer novas perguntas. Sigo nesta caminhada empolgante, tentando e buscando novas perguntas para viver uma nova fé. Nesta aventura, conto com ótimos mentores, um espaço de reflexão e discussão na internet e com amigos próximos e distantes (que alguns chamam de reais e virtuais).

Descubra de onde vêm as fotos dos wallpapers do Windows

 

Você sabe de onde vêm as fotos usadas nos papéis de parede do Windows? Essa foto clássica do Windows XP foi tirada há mais de 10 anos, em 1996, pelo fotógrafo profissional Charles O'Rear, em um campo na região de Napa Valley, na Califórnia. O preço pago pela Microsoft não foi divulgado, porém estima-se que foi uma grande quantia.

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Atualmente, o campo registrado na foto não existe mais, já que a região está coberta por parreirais.

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Fonte: Terra Tecnologia. Para ver outras 18 imagens, clique aqui.

1 de mai de 2011

Cai o número de católicos na Grande Vitória

Índice baixou de 52% para 38,7% desde 2004; já entre os evangélicos houve crescimento

Uma pesquisa da Futura mostra que o número de católicos diminuiu na Grande Vitória nos últimos anos. Atualmente, 38,7% da população é católica. Em 2004, quando a pesquisa começou a ser realizada, o índice era de 52%. Ao longo dos últimos oito anos, as igrejas Assembleia de Deus (13,5%) e a Maranata (5,7%) tiveram aumento de fiéis. A pesquisa também mostra que dos entrevistados que mudaram de religião, 38,1% eram católicos, 16,7% seguiam a Assembleia de Deus e 8,3% eram batistas.

Considerando as pessoas que mudaram de religião, 50% dos evangélicos eram católicos e 46,7% dos católicos frequentavam a Assembleia de Deus. Com relação à frequência, a maioria dos entrevistados disse que vai à igreja uma vez por semana. Apesar do resultado da pesquisa ser desfavorável à Igreja Católica, o arcebispo de Vitória, Dom Luiz Mancilha, ressalta que os templos estão superlotados.

Sem ilusão
"Nós não nos iludimos com uma Catedral cheia, mas sabemos que cada paróquia tem até 50 comunidades eclesiais de base, que significam uma miniparóquia. As igrejas estão repletas. Se temos diminuído em número de batizados, temos crescido em católicos conscientes", afirma Dom Luiz.
Ao todo, 401 pessoas foram entrevistadas nos municípios de Vitória, Vila Velha, Cariacica e Serra. A pesquisa foi feita nos dias 24 e 25 de março deste ano. (Daniella Zanotti)

Fique por dentro

Católicos
39% dos moradores da Grande Vitória são católicos. Em 2004, o índice era de 52%.

Assembleia de Deus
Agrega hoje 13,5 % da população e é a segunda religião depois do catolicismo com o maior número de fiéis. Há oito anos eram 8%. A Maranata fica em terceiro, com 5,7% dos fiéis.

Perfil
A maioria dos católicos mora em Vitória, tem boa escolaridade e renda elevada. Os fiéis da Assembleia de Deus moram principalmente em Cariacica e Serra, são pouco escolarizados e de baixa renda. O espiritismo tem grande penetração entre pessoas com renda alta e escolarizadas.

Celebração
51,7% dos evangélicos afirmaram ir a cultos e 32,7% dos católicos disseram não participar de nenhum evento de sua igreja.

Mudança

Dos que mudaram de religião, 38,1% eram católicos, 16,7% seguiam a Assembleia de Deus e 8,3% eram batistas.

Fonte: Gazeta Online.

Faz tempo que isso não quer dizer absolutamente quase nada.

17 de abr de 2011

Perdi a fé

 
Sentado na quarta fileira de um auditório superlotado, eu ouvia um renomado orador cativar mais de mil pessoas com sua oratória carismática. Na contramão do frenesi provocado por ele eu repetia para mim mesmo: “Não, não posso negar, já não comungo com os mesmos pressupostos deste senhor”. Aliás, parece que ultimamente vivo em controvérsias, tanto pelo que escuto quanto pelo que falo. Algumas pessoas me perguntam se provoco polêmica para fazer tipo. Outros querem saber se sei aonde quero chegar. Respondo: “Estou mais certo dos caminhos que não quero trilhar”.

Muito de minhas controvérsias surgiram porque eu me recuso a escamotear dúvidas com cinismo. Fujo de tornar-me inconseqüente nas declarações que possa fazer a respeito de Deus e da fé. Receio perpetuar uma espiritualidade desconectada da vida.

Reconheço, algumas intuições sobre teologia ainda estão verdes. Mas, nem sei se quero que elas amadureçam. O pouco de sentido que me fazem basta para que eu me ponha a garimpar a verdade. E isso é bom. Há um fluxo que me faz abandonar certas pedras onde outrora tomei pé. O que abandonei?
1. Não consigo mais acreditar no Deus inativo, que carece de preces “verdadeiras” para mover-se. Uma frase que não faz nenhum sentido para mim? “Oração move o braço de Deus”.
2. Não consigo mais acreditar que os milagres de Deus sejam prêmios que privilegiam poucos. Não consigo entender que Deus se comporte como um “intervencionista” de micro realidades, deixando exércitos de ditadores “correrem frouxos”. Inquieta-me saber que Deus tenha uma “vontade permissiva” para multinacionais lucrarem com remédios que poderiam salvar vidas. Não aceito que haja uma razão eterna para que governos corruptos atolem os mais pobres na mais abjeta miséria.
3. Não consigo mais acreditar que Deus, mantendo o controle absoluto de tudo o que acontece no universo, tenha sujado as mãos com Aushwitz, Ruanda, Darfur, Iraque e outras hecatombes humanas. Não aceito que ele, parecido com um tapeceiro, precisa dar nós malditos do lado de cá da história enquanto, do outro lado, na eternidade, faz tudo perfeito. Qual o propósito de Deus ao “permitir” que crianças sejam mortas pela loucura de um atirador ou que uma menina esteja paraplégica com bala perdida?
4. Não consigo mais acreditar que a função primordial da religião seja acessar o sobrenatural para tornar a vida menos sofrida. Os cristãos, em sua grande maioria, tentam fazer da religião um meio de controlar o futuro; praticam uma fé preventiva, pois aceitam como verdade que os verdadeiros adoradores conseguem se antecipar aos percalços da vida; afirmam que os ungidos sabem prever e anular possíveis acidentes, doenças, ou quaisquer outros problemas existenciais do futuro. Creio que a verdadeira fé não foge da lida, mas encara o drama de viver com coragem.  
5. Não consigo mais acreditar em determinismo, mesmo chamado por qualquer nome: fatalismo, carma, destino, oráculo. Depois de ler e reler o Eclesiastes, parei de acreditar que o cosmo funcione como um relógio de quartzo. Acredito que Deus criou o mundo com espaço para a contingência.  Sem esse espaço não seria possível a liberdade humana. Creio que no meio do caminho entre determinismo e absoluta casualidade resida o arbítrio humano. Entendo que liberdade  é vocação: homens e mulheres acolhendo o intento do Criador para que a história e o porvir sejam construídos responsavelmente.
Reconheço que posso assustar na teimosia de importar do mundo do rock para dentro da espiritualidade o significado de “metamorfose ambulante”. Nessa constante fluidez, a verdade pode ser simples, mas nunca deixará de ser perigosa. A  senda sulcada da verdade foi sulcada por muitos, entre os passos, porém, percebo a marca das sandálias do meu Senhor. E só isso basta para eu prosseguir.

Soli Deo Gloria

Fonte: Texto de Ricardo Gondim, publicado em seu site e em replicados em alguns blogs, como o Pavablog e Ministério Cântaro.


Durante o dia de hoje eu resisti em ler esse texto, para não me dar mais conta do atual cenário religioso em que se prega um evangelho que já não funciona, que está desconectado da vida. Utilizando a mesma expressão do Gondim, me sinto como uma “metamorfose ambulante”, rejeito certos preceitos da religião moralista e legalista, que visa controlar as pessoas por uma lista de regras e ameaças. Este discurso não me faz mais nenhum sentido. Estou ansioso por boas-novas! =)

9 de abr de 2011

Os conflitos são inevitáveis, porém gerenciáveis

 

Existe um ditado popular que afirma: "Cada cabeça é um mundo!". Se levarmos isso para o dia a dia, veremos que é uma realidade. Basta apenas observarmos as divergências de opiniões que surgem entre pais, filhos e avôs. Mesmo que a afetividade prevaleça na família, sempre surgirá um momento em que eclodirão visões diferenciadas sobre determinados fatos que envolvam o núcleo familiar. Não se avalia aqui quem está certo ou errado, mas sim o foco está direcionado para as bagagens vivenciais que cada um traz consigo e, por isso, tornam-se únicas.

No campo corporativo, também se evidencia o convívio de profissionais que apresentam características próprias e que se formaram a partir das décadas em que nasceram. São os talentos que formam as gerações: baby-boomer, X e Y. "Na prática, os conflitos são inevitáveis, porém gerenciáveis", afirma Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das competências de liderança e preparação de equipes.

Em entrevista concedida ao RH.com.br, Shinyashiki apresenta as características dessas três gerações e como cada uma agrega valor às empresas. "Como os profissionais da geração X ficaram expostos às mudanças do mercado de trabalho por mais tempo, precisaram que se esforçar mais para atualizar competências e acompanhar as inovações corporativas", assinala. Essa entrevista é uma oportunidade, para que você faça autoavaliação e reflita se tem uma boa convivência com seus pares, principalmente, com aqueles que não fazem parte da sua geração.

Eduardo Shinyashiki apresentará a palestra em vídeo "A influência das lideranças na motivação das equipes" do 5º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos), evento 100% realizado pela internet e promovido pelo RH.com.br, no período de 12 a 27 de maio de 2011. Boa leitura!

Para ler a entrevista, clique aqui.

Fonte: Site RH.com.br

Os livros são os novos veículos de mídia?

Imagem via Best Ads

Ação promocional inovadora da agência de publicidade inglesa Iris. Uma página extra foi inserida em livros de papel e também ebooks comercializados na Inglaterra. Ela trazia uma mensagem de alerta aos fumantes. O mais interessante é que surgia de uma forma inesperada. Faltando alguns capítulos para o final do livro, o leitor se deparava com um alerta

“FIM. Se você fuma, estatisticamente a história de sua história termina 15% antes do que deveria”.

Logo em seguida, há um número de um telefone gratuito 0800 002200 para quem deseja largar o vício. Na página seguinte o livro continuava normalmente.

No primeiro mês da campanha o número de ligações subiu 23%. O custo estimado da ação foi de dois milhões. Os títulos dos livros que tinham essa página extra não foi revelado.

Se essa “moda” pega, muito em breve podemos ver outras ações do gênero. Já imaginaram o impacto desse tipo de campanha em livros para crianças e adolescentes?

Fonte: Livros e Pessoas

E eu espero que a moda pegue com muita criatividade, não só lá, como aqui também. =)